Me Gusta Mucho ! Ilhabela News

Misto de bar e restaurante peruano, o MeGusta abre as portas no bairro do Saco da Capela em Ilhabela, litoral norte de São Paulo

O projeto arquitetônico e a decoração descolada são do arquiteto Fernando Poci  Ferri , e junto com o cardápio da chef Renata vanzetto o MeGusta  promete ser o novo point da moçada bonita da Ilha.

Ado Manetti  e Luiza Vanzetto ( sócios do MeGusta junto com Fernando Ferri e Renata Vanzetto ), conferem o atendimento no dia da abertura.

 

As top garçonetes Amanda Engler e Carolina Klein Valenzin.

A chef Renata Vanzetto preparando o ceviche, carro chef do MeGusta

O Pisco Sauer é a bebida certa pra pedir no novo bar. Thamer Lima e Gustavo Valenzin no comando das bebidas.

TE GUSTA ?

ME GUSTA MUCHO !

A  VINGANÇA DA GELADEIRA

Tudo que é feito com amor tem história , tem alma e tem risadas.  A geladeira da vó não podia faltar no Me Gusta , e é claro tinha que dar choque em todo mundo no dia da abertura.  Linda, pintada de preto e arrematando o charme do ambiente, a velha geladeira  se vingou de tantos anos de trabalho.

ME GUSTA MUCHO DE TUDO ISSO !

Endereço: Avenida  Pedro Paulo de Moraes 690 – Ilhabela –  tel 12 38 96 13 28

 

Novos drinks do Marakuthai

Frozen Pink – Morangos frescos, Rum, Gelo Picado, Açúcar Refinado, Syrup do Romã e Pimenta dedo de moça.

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador até que fique na consistência de ” raspadinha” passe para uma taça martini e decore a gosto

Dica, coloque gelo na taça antes, pra resfria-la, assim o drink fica refrescante por mais tempo.

Tempo de preparo: 4 min. Serve uma pessoa.

Kófi – Café expresso, Leite integral, Frangélico, Gelo picado, Calda de nutella para decorar.

Modo de Preparo: Bata no liquidificador todos os ingredientes com gelo picado até que fique na consistência de “raspadinha”. Em uma taça escandinava (ou uma taça alta) passe com o auxilio de uma colher a calda de nutella pela taça, de forma que fique com alguns espaços em branco, despeje o drink e coloque mais um pouco da calda por cima.

Tempo de preparo: 4 min. / Serve uma pessoa (ainda fica com gosto de quero mais).

Roseira – Vodka, Suco de Abacaxi, Suco de limão e Xarope de Rosas.

Modo de preparo: Coloque no fundo de uma taça alta aprox. 4 pétalas de rosas e o licor de romã, coloque gelo até a borda e reserve. Na coqueteleira, bata todos os ingredientes com gelo e passe para a taça com o auxílilo de uma peneira a não ser que a coqueteleira ja venha com tampa e bico. Coloque mais algumas pétalas por cima pra decorar.

A dica é passar o drink para a taça bem devagar a fim de não misturar o drink com o licor, isso vai deixá-lo com num tom degradê.

Tempo de preparo: 3 min. / Serve uma pessoa.

Clube da Esquina

Clube da Esquina foi um movimento musical nascido na década de 1960 em Minas Gerais.

Clube da esquina surgiu da grande amizade entre Milton Nascimento e os irmãos Borges (Marilton, Márcio e Lô), na Belo Horizonte dos anos 1960, depois que Milton chegou à capital para estudar e trabalhar.

Milton acabara de chegar de Três Pontas, cidade onde morava a família e onde tocava na banda W’s Boys com o pianista Wagner Tiso; com Marilton foi tocar na noite, no grupo Evolussamba.

Compondo e tocando com os amigos, despontava o talento, pondo o pé na estrada e na fama ao vencer o Festival de Música Popular Brasileira e ao ter uma de suas composições, “Canção do sal”, gravada pela então novata Elis Regina.

Aos fãs dos Beatles e The Platters novos integrantes vieram juntar-se: Flávio Venturini, Vermelho, Tavinho Moura, Toninho Horta, Beto Guedes e o letrista Fernando Brant. O nome do grupo foi idéia de Márcio que ao ouvir a mãe perguntar dos filhos, ouvia a mesma resposta: “Estão lá na esquina, cantando e tocando violão.

” Em 1972 a EMI gravou o primeiro LP, Clube da Esquina, apresentando um grupo de jovens que chamou a atenção pelas composições engajadas, a miscelânea de sons e riqueza poética. O cantor e compositor Tavito faz referência às saudades do Clube da Esquina na música Rua Ramalhete.

CHEF RENATA VANZETTO RUMO AO NOMA NA DINAMARCA.

POST – BRUNO BEDOTTI

Chef do Marakuthai, Renata Vanzetto, conseguiu realizar o sonho de muito cozinheiro: vai estagiar no dinamarquês Noma, o melhor do mundo no ranking da revista “Restaurant”.

Como conseguiu essa proeza? Era um dos meus sonhos. Só que um cliente me falou que tentou e que a fila de espera era de mais de um ano. Ia desistir, mas minha mãe insistiu.

Mandou currículo e tudo mais? Em vez de mandar currículo, contei a minha história: falei que era de uma ilha pequena [Ilhabela], que já chefiava um restaurante e que nunca tinha feito um curso nem um estágio. Na hora, recebi uma resposta automática dizendo que eles levariam três meses só pra ler o pedido. Quase chorei. Mas, no dia seguinte, tinha um e-mail dizendo pra eu estar lá no dia 28 de junho, eu e minha mãe choramos muito e agradecemos muito a “DEUS”.

Sabe como vai ser o estágio? Não sei detalhes, mas acho que é bem mão na massa, no almoço e no jantar. Tô morrendo de medo porque eu tenho o Marakuthai há quatro anos e tô acostumada a só mandar, mandar, mandar. Agora, eu vou estar do outro lado.

Expoente da cozinha nórdica, Noma, da Dinamarca, chega ao topo ao unir tradição com ingredientes locais.

“Restaurant”, espécie de bíblia do setor, Noma, casa do jovem chef dinamarquês René Redzepi, 32 anos, em Copenhague, na Dinamarca. Redzepi é o expoente do que tem sido chamado de nova cozinha nórdica, resultado da união de ingredientes locais com técnicas tradicionais e de alta gastronomia.

Redzepi revolucionou a cozinha nórdica ao abrir o Noma em dezembro de 2003. Com suas criações, logo angariou duas estrelas no conceituado guia “Michelin”. Para montar o cardápio passou dois meses viajando pela região e pesquisando ingredientes. Entraram produtos locais e sazonais, como o boi almiscarado da Groelândia, ouriços-do-mar da Noruega, lagostins das Ilhas Faro e seiva de bétulas da Dinamarca. “Oferecemos métodos culinários tradicionais, o melhor dos produtos nórdicos e o legado da nossa cultura alimentar com uma abordagem gastronômica inovadora”, diz o chef, no site do Noma.

Na prática, isso significa abolir ingredientes importados, como foie gras, azeite e frutas tropicais. Entram cervejas locais no lugar de vinhos nas marinadas e molhos, e conservas artesanais. A equipe de Redzepi sai à caça de ingredientes, pois muitos nem sequer têm esquema de produção e distribuição comercial. Tudo seguindo a indefectível cartilha dos produtos sazonais, sustentáveis e regionais.

O impacto do trabalho do chef é tão grande que o governo dinamarquês o elegeu embaixador do programa de divulgação da Nova Comida Nórdica, lançado em 2006, para colocar a região nórdica no mapa gastronômico mundial. No ano passado, a Universidade de Copenhague anunciou o desenvolvimento de uma nova dieta inspirada na cozinha de Redzepi para reduzir a obesidade e encorajar um estilo de vida mais saudável e condizente com o clima da região.

O curioso é que Redzepi virou chef quase por acaso. Filho de um albanês e de uma dinamarquesa, ele se aventurou na cozinha porque um colega o inscreveu em um curso de culinária. Os verões passados na Macedônia, ao redor da mesa com amigos e com a família do pai, ajudaram a fazer da gastronomia uma opção profissional.

Nos restaurantes estrelados onde trabalhou, lapidou a apurada técnica francesa, aprendeu a valorizar os ingredientes locais e experimentou a vanguarda no El Bulli. Sua última experiência no Exterior foi no conceituado French Laundry, na Califórnia (EUA). Uma notável trajetória coroada, agora, por seu próprio talento.

BJS

BRUNO

http://www.istoe.com.br/reportagens/69637_O+MELHOR+RESTAURANTE+DO+MUNDO

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/912370-segunda-no-parque.shtml

IATE SUPER EXCLUSIVO!

Vamos comprar um?

GENTE, NOSSOS DRINKS DA PRIMAVERA ESTÃO DE ENLOUQUECER….

BLOOD JONNY

Nosso Blood Mary

Tomate cereja fresco, manjericão, Vodka e temperos

COPENHAGEN

Suco de limão, pimenta do reino e gin

MANGO CHUTNEY DRINK

Chutney de manga com especiarias, suco de maracujá e vodka

JAY JAY

Pepino, limão, hortelã e saquê

OLD GUY

Pêssego, mel de laranjeira, licor de pêssego e conhaque

OVELHA NEGRA

Suco de lima da pérsia, limão cravo, manjericão, tomilho, hortelã, tinta de lula e rum

SUMMER IN PARIS

Framboesas, morangos, blue berrys, amoras, baunilha,

calda de mini laranjinhas, flores comestíveis e vinho branco

TIBNY

Suco de amora com whisky sobre calda de tangerina com tamarindo

MEX DAMASCO

Damasco, suco de laranja, limão siciliano,licor de laranja e tequila e espumante

BIAMAZON

Açaí, suco de laranja, licor de laranja e vodka com pó de granola por cima.

Acompanha licor de banana

DRINKS BY

THAMER LIMA E RENATA VANZETTO

BJS

A TODOS

Sempre gostei muito de biografias, já li várias como a de Jackie Kennedy, Mia Farrow, Ernest Heminguay e muitas outras, mas a vida de Luther King (como a de Gandhi, cujas idéias King era fiel seguidor ), me emocionou demais.

“Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados pelo caráter, e não pela cor da pele.” Este é um trecho do famoso discurso de Martin Luther King em Washington, capital dos Estados Unidos, proferido no dia de 28 de agosto de 1963, numa manifestação que reuniu milhares de pessoas pelo fim do preconceito e da discriminação racial.

Martin Luther King Jr. era filho e neto de pastores protestantes batistas. Fez seus primeiros estudos em escolas públicas segregadas e graduou-se no prestigioso Morehouse College, em 1948.

Formou-se em teologia pelo Seminário Teológico Crozer e, em 1955, concluiu o doutorado em filosofia pela Universidade de Boston. Lá conheceu sua futura esposa, Coretta Scott, com quem teve quatro filhos.

Em 1954 Martin Luther King iniciou suas atividades como pastor em Montgomery, capital do estado do Alabama. Envolvendo-se no incidente em que Rosa Parks se recusou a ceder seu lugar para um branco num ônibus, King liderou um forte boicote contra a segregação racial. O movimento durou quase um ano, King chegou a ser preso, mas ao final a Suprema Corte decidiu pelo fim da segregação racial nos transportes públicos.

Em 1957 tornou-se presidente da Conferência da Liderança Cristã do Sul, intensificando sua atuação como defensor dos direitos civis por vias pacíficas, tendo como referência o líder indiano Mahatma Gandhi.

Em 1959, King voltou para Atlanta para se tornar vice-pastor na igreja de seu pai. Nos anos seguintes participou de inúmeros protestos, marchas e passeatas, sempre lutando pelas liberdades civis dos negros.

Os eventos mais importantes aconteceram nas cidades de Birmingham, no Alabama, St. Augustine, na Flórida, e Selma, também no Alabama. Luther King foi preso e torturado, e sua casa chegou a ser atacada por bombas.

Em 1963 Martin Luther King conseguiu que mais de 200.000 pessoas marchassem pelo fim da segregação racial em Washington. Nesta ocasião proferiu seu discurso mais conhecido, “Eu Tenho um Sonho”. Dessas manifestações nasceram a lei dos Direitos Civis, de 1964, e a lei dos Direitos de Voto, de 1965.

Em 1964, Martin Luther King recebeu o Prêmio Nobel da Paz. No início de 1967, King uniu-se aos movimentos contra a Guerra do Vietnã. Em abril de 1968, foi assassinado a tiros por um opositor, num hotel na cidade de Memphis, onde estava em apoio a uma greve de coletores de lixo.

O CARA ERA DEMAIS MESMO !

ELE TINHA UM SONHO …. E ACHO QUE TODOS NÓS TAMBÉM  TEMOS UM GRANDE SONHO, QUE EXISTAM MAIS

” KINGS” E MAIS “GANDHIS ”  QUE GRITEM POR QUEM NÃO TEM MAIS VOZ, QUE MUDEM SISTEMAS DESUMANOS, E

QUE FAÇAM A DIFERENÇA NESTE MUNDO QUE NÃO ACEITA A DIFERENÇA.

QUE A GENTE POSSA AMAR AS PESSOAS E USAR AS COISAS.

ESTAMOS USANDO AS PESSOAS E AMANDO AS COISAS .

COR, BELEZA, RIQUEZA E OUTRAS COISAS MAIS, SÃO CASCAS TEMPORÁRIAS DE OSSOS.

SOMOS TODOS ( ATÉ AS CELEBRIDADES, rsssss ) CAVEIRAS IDÊNTICAS CAMINHANDO EXATAMENTE PARA O MESMO LUGAR.

UMA MULTIDÃO MARCHANDO PARA O MESMO CAMINHO, COM UM PEQUENO DETALHE, UNS OLHAM SOMENTE PARA FRENTE, ALGUNS, PARA OS LADOS.

BJS SILVIA CAMARGO

FOTO LEGENDA por MARISTELA COLUCCI :: HakaPei

Corpos pintados, preces e votos feitos, preparo interno de mais de um ano: lá vão eles subir a íngrime montanha e lá do alto despencar agarrados apenas a dois troncos de bananeira, o corpo praticamente nu. São os meninos rapa nui, moradores da ilha de mesmo nome (ou Ilha de Páscoa), o ponto habitado mais isoladodo planeta, no Oceano Pacífico.

O HakaPei é uma das provas mais tradicionais da Tapati, o grande festival anual de Rapa Nui, onde grupos de adultos nativos da ilha participam de várias competições. Com idades variando entre 10 e 14 anos, os meninos estão se iniciando na atividade, que requer muita fibra e coragem e funciona para esse povo como um ritual de passagem da infância para a adolescência.

Um dos primeiros a descer é Uri, respeitadíssimo por todos, vencedor das últimas edições de HakaPei e instrutor dos meninos. Do alto da montanha ele não só relembra técnicas como sussura palavras de incentivo aos pequenos rapa nui que lançam-se encosta abaixo pela primeira vez.

Os competidores são julgados pela velocidade com que descem a montanha e também pela habilidade em permanecer sobre os troncos, ambos invejáveis.

No ano em que acompanhamos o HakaPei, havia uma única menina participante, extremamente compenetrada e séria, com ares de guerreira, que fez bonito entre os guris!

Semana da Arte Moderna de 22.

 Sacudindo as estruturas da arte tupiniquim

A Semana de Arte Moderna de 22, realizada entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo, contou com a participação de escritores, artistas plásticos, arquitetos e músicos.

Seu objetivo era renovar o ambiente artístico e cultural da cidade com “a perfeita demonstração do que há em nosso meio em escultura, arquitetura, música e literatura sob o ponto de vista rigorosamente atual”, como informava o Correio Paulistano a 29 de janeiro de 1922.

A produção de uma arte brasileira, afinada com as tendências vanguardistas da Europa, sem contudo perder o caráter nacional, era uma das grandes aspirações que a Semana tinha em divulgar.

Independência e sorte

Esse era o ano em que o país comemorava o primeiro centenário da Independência e os jovens modernistas pretendiam redescobrir o Brasil, libertando-o das amarras que o prendiam aos padrões estrangeiros.

Seria, então, um movimento pela independência artística do Brasil.

Os jovens modernistas da Semana negavam, antes de mais nada, o academicismo nas artes. A essa altura, estavam já influenciados esteticamente por tendências e movimentos como o Cubismo, o Expressionismo e diversas ramificações pós-impressionistas.

Até aí, nenhuma novidade nem renovação. Mas, partindo desse ponto, pretendiam utilizar tais modelos europeus, de forma consciente, para uma renovação da arte nacional, preocupados em realizar uma arte nitidamente brasileira, sem complexos de inferioridade em relação à arte produzida na Europa.

Um grupo importante de renovadores

De acordo com o catálogo da mostra, participavam da Semana os seguintes artistas: Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Zina Aita, Vicente do Rego Monteiro, Ferrignac (Inácio da Costa Ferreira), Yan de Almeida Prado, John Graz, Alberto Martins Ribeiro e Oswaldo Goeldi, com pinturas e desenhos;

Marcavam presença, ainda, Victor Brecheret, Hildegardo Leão Velloso e Wilhelm Haarberg, com esculturas; Antonio Garcia Moya e Georg Przyrembel, com projetos de arquitetura.

Além disso, havia escritores como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Sérgio Milliet, Plínio Salgado, Ronald de Carvalho, Álvaro Moreira, Renato de Almeida, Ribeiro Couto e Guilherme de Almeida.

Na música, estiveram presentes nomes consagrados, como Villa-Lobos, Guiomar Novais, Ernâni Braga e Frutuoso Viana.

A imprensa, controlada, ignorou o “escandalo”

Entretanto, acredita-se que a Semana de Arte Moderna não tenha tido originalmente o alcance e amplitude que posteriormente foram atribuídos ao evento.

A exposição de arte, por exemplo, parece não ter sido coberta pela imprensa da época. Somente teve nota publicada por participantes da Semana que trabalhavam em jornais como Mário de Andrade, Menotti del Picchia e Graça Aranha (justamente os três conferencistas, cujas idéias causaram grande alarde na imprensa).

Fonte: http://www.pitoresco.com.br/art_data/semana/index.htm

Acho que um dos acessórios mais legais que entraram na lista dos must-haves dos últimos tempos são os statement necklaces (ou maxi colares). Eles dão peso para as produções mais simples e não tem muita regra de formato, textura, material, etc. Basta ter personalidade e não ser muito comprido: tem que estar aparecendo no decote mesmo e pode até ser quase tão curto como uma gargantilha… Um dos jeitos mais legais de usar é sobrepondo camisas, blusas e vestidos.

FOTO LEGENDA por MARISTELA COLUCCI :: SILÊNCIO

Sábado passado estive na inauguração da exposição ‘SILÊNCIO’, do fotógrafo Thomas Baccaro. E foi ali, passeando entre suas fotos, que me dei conta de como nós, fotógrafos, somos acometidos por um grande silêncio interior no ato de fotografar, independente do ambiente em que nos encontremos. A conexão que se dá entre nós e a cena ou objeto a ser eternizado naquele instante é tão íntima que o entorno desaparece.

Deixo aqui um aperitivo de 3 imagens e sugiro a você uma visita à mostra, em silêncio, deixando o entorno desaparecer!

Vai lá: “Silêncio”, mostra fotográfica de Thomas Baccaro

Data: até 21 de abril

Horários: segunda a sexta das 9h às 18h30 / sábados das 10h às 13h30

Local: A Estufa – Rua Wisard, 53 – Vila Madalena – São Paulo

 

A maior “notícia digital” da semana que passou foi a compra do Instagram pelo Facebook por uma cifra bilionária. Alheia a todo o blá-blá-blá que o fato gerou, eu sigo fisgada por este aplicativo que, para mim, apresenta duas formas bem distintas de ser utilizado: a primeira, de captura instantânea do dia a dia do usuário, com o próprio iPhone (agora possível com outros telefones, o que deu lugar a polêmicas também – sic). E a segunda, quando se transfere para o aparelho fotos feitas com outros equipamentos em tempos atuais ou passados.

Eu sou o tipo de usuária que acha que o grande barato do Instagram é o instantâneo e atual. É capturar e compartilhar com meus amigos as cenas e fatos que passam diante dos meus olhos no meu cotidiano. Detalhes que eu vejo de uma certa maneira. E é isso que gosto de ver nas imagens dos poucos amigos que sigo, também. Sigo e sou seguida por poucos, aqui guiada pela convicção de que não quero dividir o meu dia a dia com pessoas que não conheço, numa vitrine anônima.

Moro em São Paulo e ando muito pela cidade à pé. O pedestre observador tem a faca e o queijo na mão com o Instagram. Já nas poucas vezes em que me desloco de carro, fotografar com o celular virou um remédio contra o trânsito entediante. Criei então um álbum que chamei de STREET_AGRAM, que recebe meus registros da cidade. Aqui vai, especialmente para o marakutices, uma seleção TOP 20 das cenas paulistanas que me chamaram a atenção nas últimas semanas. Pra quem quiser ver este e outros álbuns completos, meu perfil no

Facebook é aberto: https://www.facebook.com/profile.php?id=1305680296

FOTO LEGENDA POR MARISTELA COLUCCI :: CONGADA

O mês de maio chegou e, com ele, a mais importante festa de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo: a Festa de São Benedito. Nela está inserida uma das mais tradicionais manifestações caiçaras, a Congada de Ilhabela.

Eu me encantei pela Congada desde a primeira vez que a vi sendo encenada nas ruas da Vila, e de tanto encantamento nasceu um livro: o infanto juvenil Os meninos da Congada, com fotos minhas e texto de José Santos,  lançado no ano passado pela Grão Editora (www.graoeditora.com.br). Nele, o personagem Benedito, de 9 anos, vai narrando ao leitor…

…. como os congueiros vão começando desde pequenos a fazer parte da Congada através do grupo da Congada mirim,

… como as ruas da Vila se enchem de magia e alegria na procissão Meia-Lua, ao som da marimba e dos atabaques, quando os congueiros levam a imagem de São Benedito no andor,

… como os grupos se dividem em Congos de Cima (os azuis) e Congos de Baixo (os vermelhos) para louvar ao Santo,

… como nos “bastidores” da festa há muita gente empenhada em fazer uma comidinha muito gostosa para alimentar os congueiros e seus convidados.

A única parte da Congada que o menino Bené se julga incapaz de reproduzir com fidelidade de cores, sons, alegria e devoção é a missa afro-brasileira que acontece no domingo e que é o ápice da festa. Por isso, convida o leitor do livro (e eu convido aqui você, leitor do blog) a se programar para ir a Ilhabela nos próximos dias 18, 19 e 20 de maio e assistir a Congada 2012.

E viva São Benedito!

Inverno Pop Art!

Vocês também já tiveram a sensação típica de inverno de estarem na frente das araras prontas para escolherem o que comprar e ficaram inseguras em apostar em alguma cor? Pois é, normalmente acabamos comprando preto e quando vamos nos vestir parece que estamos todos os dias de frio com a mesma roupa: casaco preto + calça jeans + bota preta. Boring!

Não caia nessa armadilha nesse inverno, por que cores são permitidas! Ou melhor, sigam a cartela que vou passar para vocês.

Para ilustrar direitinho o que eu estou querendo dizer, vou invocar Roy Lichtenstein – pintor e escultor americano das décadas de 60-70 que produziu obras com motivos e técnicas inspiradas nas histórias em quadrinhos e também em anúncios publicitários, obras estas que o tornaram uma das figuras centrais do Pop Art (fonte: Oxford University Press) e que traduzem com muita clareza as tonalidades do inverno que encontraremos nas ruas.

Para saber um pouco mais sobre Roy Lichtenstein:

http://www.lichtensteinfoundation.org/

Drowning Girl – 1963

Bananas & Grapefuit #1 – 1972

Girl with Ball  – 1961

In the Car  – 1963

Blam  – 1962

Revista Claudia – Maio/2012 – Carinho em Família – A mãe Silvia Camargo e as filhas  Renata  e  Luiza Vanzetto.

Tempo de Preparo

Rápido – 35 minutos

Dificuldade de preparo

Fácil

Custo aproximado

Alto

Ingredientes

 4 unidades de camarão

150 g de lula em anéis temperados com sal e pimenta 50 g de alho-poró cortado em rodelas 50 g de cebola cortada em rodelas 1 colh (sopa) de azeite de dendê 2 tomates cortados em cubos 250 ml de leite de coco 1/2 pimenta-dedo-de-moça picada coentro a gosto suco de 1/2 limão sal a gosto ou 1 colh (sopa) de nam plá (*)

(*) nam plá é um molho de peixe salgado que pode ser encontrado no bairro da Liberdade, em São Paulo

 Modo de preparo

 Em uma panela, refogue o alho-poró e a cebola no azeite de dendê. Acrescente os tomates, o leite de coco, o suco de limão, a pimenta e o coentro.

Deixe ferver por 20 minutos, acrescente o camarão e a lula e deixe cozinhar por mais 5 minutos. Por último, acrescente o sal ou o nam plá. Sirva acompanhado de arroz de jasmim (arroz tailandês).

www.marakuthai.com.br

Nosso Chico Buarque de Holanda .

Francisco Buarque de Hollanda, mais conhecido por Chico Buarque ou Chico Buarque de Hollanda, (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944) é músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Conhecido por ser um dos maiores nomes da MPB. Sua discografia conta com aproximadamente oitenta discos, entre eles discos-solo, em parceira com outros músicos e compactos. É o compositor de Construção, considerada uma das melhores músicas brasileiras já feitas.

Ameaçado pelo Regime Militar no Brasil, esteve auto-exilado na Itália em 1969, onde chegou a fazer espetáculos com Toquinho. Nessa época teve suas canções Apesar de você (que dizem ser uma alusão negativa ao presidente Emílio Garrastazu Médici, mas que Chico sustenta ser em referência à situação) e Cálice proibidas pela censura brasileira.

Adotou o pseudônimo de Julinho da Adelaide, com o qual compôs apenas três canções: Milagre Brasileiro, Acorda amor e Jorge Maravilha. Na Itália Chico tornou-se amigo do cantor Lucio Dalla, de quem fez a belíssima Minha História, versão em português (1970) da canção Gesù Bambino (título verdadeiro 4 marzo 1943), de Lucio Dalla e Paola Palotino. Em viagem a França, tornou-se amigo de Carlos Bandeirense Mirandópolis inspirando-se em uma de suas composições para criar Samba de Orly.

Ao voltar ao Brasil continuou com composições que denunciavam aspectos sociais, econômicos e culturais, como a célebre Construção ou a divertida Partido Alto. Apresentou-se com Caetano Veloso (que também foi exilado, mas na Inglaterra) e Maria Bethânia. Teve outra de suas músicas associada a críticas a um presidente do Brasil.

Julinho da Adelaide, aliás, não era só um pseudônimo, mas sim a forma que o compositor encontrou para driblar a censura, então implacável ao perceber seu nome nos créditos de uma música. Para completar a farsa e dar-lhe ares de veracidade, Julinho da Adelaide chegou a ter cédula de identidade e até mesmo a conceder entrevista a um jornal da época.

Uma das canções de Chico Buarque que criticam a ditadura é uma carta em forma de música, uma carta musicada que ele fez em homenagem ao Augusto Boal, que vivia no exílio, quando o Brasil ainda vivia sob a ditadura militar.

A canção se chama Meu Caro Amigo e foi dirigida a Boal, que na época estava exilado em Lisboa. A canção foi lançada originalmente num disco de título quase igual, chamado Meus Caros Amigos, do ano de 1976.

Nordeste já

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura, cantou, ainda que com uma participação individual diminuta, no coro da versão brasileira de We Are the World, o hit estadunidense que juntou vozes e levantou fundos para a África ou USA for Africa.

O projeto Nordeste Já (1985) abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes num compacto de criação coletiva com as canções Chega de mágoa e Seca d’água.

 

 Lista dos dez alimentos com mais amostras contaminadas com resíduos de agrotóxicos.

Bora consumir verduras e frutas orgânicas ! Se todo mundo comprar, o preço deve baixar.

A saúde agradece !

Vamos à lista :

1) pimentão

2) morango

3) pepino

4) cenoura

5) alface

6) abacaxi

7) beterraba

8) couve

9) mamão

10) tomate

Faça de sua casa o seu lar.

Se procurarmos esta palavra casa e lar em hebraico, nós veremos que é a mesma, mas uma casa não e sempre é um lar. A convivência da família e a rotina do dia-a-dia criando um lugar feliz e confortável para a família ou mesmo que você more sozinho viver.

Criar um clima de um lar é muito parecido com o usar o seu termostato para regular a temperatura dentro de sua casa. Você decide qual será a temperatura ideal para sua família e acerta o indicador em uma temperatura confortável. Então o termostato assume e trabalha, mantendo a temperatura desejada no seu lar.

Você pode deixar o clima de sua casa quente, alegre, amoroso, positivo e construtivo.

Decida a começar a edificar

Nunca é tarde para começar – ou recomeçar – a construir sua casa, a criar o oásis encantado chamado lar.

Dê uma olhada ao redor de sua casa ou apartamento, ou quarto, dentro e fora. Faça uma lista de coisas que precisam ser acrescentadas, consertadas, montadas, de forma que seu espaço seja mais que um refúgio. Então, cumpra casa dia, apenas um item da lista, ou até um por semana e verá um grande resultado. Mãos à obra!

Indústria cultural de massa!

O termo indústria cultural foi criado pelos filósofos e sociólogos alemães Theodor Adorno (1903-1969) e Max Horkheimer (1895-1973), a fim de designar a situação da arte na sociedade capitalista industrial.

Membros da Escola de Frankfurt, os dois filósofos alemães empregaram o termo pela primeira vez no capítulo O iluminismo como mistificação das massas no ensaio Dialética do Esclarecimento, escrita em 1942, mas publicada somente em 1947.

Para os dois pensadores, a autonomia e poder crítico das obras artísticas derivariam de sua oposição à sociedade. No entanto, o valor contestatório dessas obras poderiam não mais ser possível, já que provou ser facilmente assimilável pelo mundo comercial. Adorno e Horkheimer afirmavam que a máquina capitalista de reprodução e distribuição da cultura estaria apagando aos poucos tanto a arte erudita quanto a arte popular. Isso estaria acontecendo porque o valor crítico dessas duas formas artísticas é neutralizado por não permitir a participação intelectual dos seus espectadores.

A arte seria tratada simplesmente como objeto de mercadoria, estando sujeita as leis de oferta e procura do mercado. Ela encorajaria uma visão passiva e acrítica do mundo ao dar ao público apenas o que ele quer, desencorajando o esforço pessoal pela posse de uma nova experiência estética. As pessoas procurariam apenas o conhecido, o já experimentado. Por outro lado, essa indústria prejudicaria também a arte séria, neutralizando sua crítica a sociedade.

Em todos os ramos da indústria cultural existem produtos adaptados ao consumo das massas, sendo por elas que as indústrias se orientam, tendo no consumidor não um sujeito, mas um objeto. Este termo define as produções artísticas e culturais organizadas no contexto das relações capitalistas de produção, uma vez lançadas no mercado, é por estes consumidas.

A indústria cultural idealiza produtos adaptados ao consumo das massas, assim como também pode determinar esse consumo trabalhando sobre o estado de consciência e inconsciência das pessoas. Ela pode ainda ter função no processo de acumulação de capital, reprodução ideológica de um sistema, reorientação de massas e imposição de comportamento.

Street Food!

As ruas de festivais gastronômicos populares.

Enchidos, Alemanha

Apenas o melhor da salsicha é servido neste festival alemão imbissstand . Foliões neste festival Sachsenhausen devoram bratwurst, bockwurst e iguarias enquanto outros se acabam com cerveja.

Ceviche, Peru

A cozinheira prepara ceviche na cidade litorânea de Máncora, Peru. Popular em toda a América Latina, o ceviche é feito usando o suco de frutas cítricas, neste caso limões, para picles e “cozinhar” uma mistura de peixe cru e frutos do mar.

Mint Tea, Marrocos

Copos cheios até a borda com hortelã, e uma ajuda saudável de açúcar, estão prontos para a preparação do chá verde característico de Marrocos. A bebida refresca o espírito em um dia quente em Marrakech, mas é muito mais do que matar a sede. A preparação do chá e prazer são uma parte essencial da cultura marroquina e um “must-try” experiência para qualquer visitante.

Miaokou Noite do Mercado, Taiwan

Mercado Chilung Night Miaokou tem um antigo templo no centro, mas o foco principal aqui é festa. As Lanternas amarelas do mercado iluminam e decoram o espaço, que tem tradicionais salgadinhos de Taiwan de dar água na boca, incluindo sopas de macarrão salgados, omeletes de ostras, caracóis, arroz pegajoso e tripas.

Bolinhos de Xangai, China

Um vendedor de rua de Xangai serve um recém-frito snack-dumplings da cidade. As guloseimas são onipresentes em Xangai, disponível em diversos sabores e combinações.

Noodles, Tailândia

Um filtro cheio de macarrão, fresco fora de uma lareira, comanda a concentração total de um cozinheiro na Chinatown de Banguecoque. A habilidade de chefs de rua tais, eo aroma de suas criações, são irresistíveis para muitos transeuntes.

Praia Comida, Índia

Quando os banhistas em Goa precisam de uma pausa, delícias como estas são sempre à mão. As fontes ilimitadas de samosas, frango, bebidas frescas e pratos outro favorito indiano são encontrados em Anjuna Beach, um paraíso hippie única vez que ainda atrai sol-loving, divertida, carinhosa viajantes de todo o mundo.

Banh Mi Sandes, do Vietnã

Servir com um sorriso, um fornecedor vietnamita bate um legado colonial para criar uma cozinha de rua irresistível. banh mi sanduíches, como estes em Nhatrang, baguetes francesas apresentam cheios de uma saborosa variedade de carnes e legumes. Eles são avidamente consumidos em todo o Vietnã, especialmente no café da manhã ou almoço.

Porcos assados, Camboja

Os visitantes não precisam falar Khmer, a fim de entender o menu desta barraca à beira da rua em Phnom Penh, Camboja. Carne de porco é a carne mais amplamente consumidos em todo o mundo. Áustria come  mais por habitante, seguida pela Espanha e pela Dinamarca.

Fonte: http://travel.nationalgeographic.com/travel/countries/street-food-photos/

 

O escritor Ernest Hemingway!

Ernest Miller Hemingway (Oak Park, 21 de Julho 1899 — Ketchum, 2 de Julho 1961) foi um escritor norte-americano.

Trabalhou como correspondente de guerra em Madrid durante a Guerra Civil Espanhola e a experiência inspirou uma de suas maiores obras, Por Quem os Sinos Dobram. Ao fim da Segunda Guerra Mundial se instalou em Cuba.

Hemingway era parte da comunidade de escritores expatriados em Paris, conhecida como “geração perdida”, nome inventado e popularizado por Gertrude Stein. Levando uma vida turbulenta, Hemingway casou-se quatro vezes, além de vários relacionamentos românticos. Em 1952 publica “O Velho e o Mar“, com o qual ganhou o prêmio Pulitzer (1953), considerada a sua obra-prima. Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1954.

A vida e a obra de Hemingway tem intensa relação com a Espanha, país onde viveu por quatro anos. Uma breve passagem, mas marcante para um escritor americano que estabeleceu uma relação emotiva e ideológica com os espanhóis. Em Pamplona, meados do século XX, fascinado pelas touradas, a ponto de tornar-se um toureiro amador, transporta essa experiência para dois livros: O Sol Também Se Levanta (1926) e Por Quem os Sinos Dobram (1940). Ao cobrir a Guerra Civil Espanhola (1937) – como jornalista do North American Newspaper Alliance, não hesitou em se aliar às forças republicanas contra o fascismo.

Ainda muito jovem, decidiu ir à Europa pela primeira vez, quando a Grande Guerra assombrava o mundo (1918). Hemingway havia terminado o segundo grau em Oak Park e trabalhado como jornalista no Kansas City Star. Tentou alistar-se, mas foi preterido por ter um problema na visão. Decidido a ir à guerra, conseguiu uma vaga de motorista de ambulância na Cruz Vermelha.

Na Itália, apaixonou-se pela enfermeira Agnes Von Kurowsky, sua inspiração na criação da heroína de Adeus às Armas (1929) – a inglesa Catherine Barkley. Atingido por uma bomba, retornou para Oak Park que, depois do que viu na Itália, tornou-se monótona demais.

 

 

A francesa Emilie Fer em meio a movimentadas águas durante prova de canoagem.

Foto com efeito dá ideia de velocidade a ciclistas nas Olimpíadas de Londres.

No atletismo, foto quase dá a impressão de que os esportistas estão parados e a plateia é que está em movimento.

Na verdade, esta foto tem apenas duas pessoas! O coreano Gu Bongil compete em esgrima contra o alemão Max Hartung.

No Aquatics Centre, nadadoras mergulham na piscina para dar início à competição no sétimo dia das Olimpíadas de Londres.

Parece arte visual, mas é fotografia: truque de câmera brinca com imagem dos ucranianos Illya Kvasha e Oleksiy Prygorov em competição de nado sincronizado.

Truque de exposições múltiplas produz o efeito na imagem da ginasta Rosannagh Maclennan. A canadense estava se aquecendo no sexto dia das Olimpíadas de Londres.

Imagens da chinesa Ning Ding se mesclam para mostrar fases de seu movimento em competição de tênis de mesa.

Movimentos da jogada do atleta chinês Chai Biao, em disputa de badminton.

Fonte:  http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/esportes/album-de-fotos/olimpiadas-veja-fotos-incriveis-de-movimentos-de-atletas

Os tênis descolados das Olimpíadas de Londres.

Lutador de boxe francês Alexis Vastine.

Sapatilha usada pelo corredor jamaicano Usain Bolt.

Um dos modelos de sapatilha usados pelo corredor Usain Bolt, da Jamaica.

Pés do jogador de futebol brasileiro Neymar.

Jogador de futebol brasileiro Leandro Damião.

Jogador de handebol da Dinamarca Mikkel Hansen.

Lutadores de boxe Luke Campbell (dir.), da Grã Bretanha, e Detelin Dalakliev, da Bulgária.

Jogador francês de basquete Ali Traore.

Jogador chinês de badminton Xin Wang.

Jogador americano de basquete Kevin Love.

Jogador americano de tênis Andy Roddick.

Roman Vlasov, da Rússia, na disputa da luta greco-romana.

Mão da atleta australiana Sally Pearson segura sapatilha de corrida na apresentação da Adidas.

Jogador francês de tênis Jo-Wilfried Tsonga.

Atleta Seun Adigun, da Nigéria.

Lutadores da modalidade greco-romana Melonin Noumonvi (verde e amarelo), da França, e Rami Antero Hietaniemi (preto), da Finlândia.

Jogador de tênis Andy Murray, da Grã Bretanha.

Fonte:  http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/esportes/album-de-fotos/os-tenis-das-olimpiadas-de-londres

Melhores matérias da Chef Renata Vanzetto!

The New York Times

Revista TAM

Estado de S.Paulo

Pequenas Empresas Grandes Negócios

Capa Estadão

Revista Casa e Comida

Capa Folha de S. Paulo

Revista VEJA!

Folha de S. Paulo

Revista Status

Hola

Gula

Revista GOL

Isto é

Revista Claudia

Isto é – Noma

A 700 quilômetros da costa continental colombiana se encontram o arquipélago de San Andrés e Providência, ilhas de corsários e piratas que oferecem excelentes serviços e atrações que costumam ser aproveitados ao som do reggae. Em San Andrés há extensas praias de areia branca onde se praticam esportes aquáticos. Seus atrativos se podem descobrir com a ajuda de nativos amáveis e alegres. Providência, um destino muito sedutor, tem montanhas sempre verdes e uma grande barreira coralina.

A encantadora ilha de San Andrés é um oásis de prazer. Rodeada pelo Mar Caribe, e com uma boa guia de viagem, a ilha é perfeita para o descanso em suas praias. San Andrés oferece esportes náuticos em seu mar de tons turquesa, uma agitada vida noturna, compras de milhares de produtos com vantagens de porto livre e a tranqüilidade de caminhar por suas formosas praias brancas.

Providência, também conhecida como Old Providence, reúne em seus 17 km2 tantos lugares de singular beleza que constitui um destino eco turístico inigualável. A visita à vizinha Santa Catalina complementa a viagem planejada com uma completa guia. Aqui, a tranquilidade só é perturbada pelo alvoroço dos pássaros e o ruído que produzem as ondas ao romper contra as pedras, entre elas a famosa Cabeça de Morgan.

Os moradores da ilha, descendentes de escravos e ingleses, conservam como um tesouro suas tradições, entre elas o idioma. As escolas dão um ensino bilíngüe inglês – espanhol. O inglês das ilhas é o britânico, ainda que com variações na pronunciação que originam o que se conhece como inglês créole ou crioulo. Segundo o último censo se calcula uma população média de setenta mil habitantes.

Clima

O Arquipélago se encontra na zona intertropical. A temperatura média é de 27.4° C, com valores máximos e mínimos extremos de 33° C e 17° C. As épocas secas vão de fevereiro a abril e de julho a setembro. Predominam os ventos do leste e o estado do tempo os determina, especialmente aos ventos alísios.

Localização

O Arquipélago faz parte da região do Caribe, está situado ao noroeste da Colômbia, a 800 km de Cartagena e a 290 km de Nicarágua, entre os paralelos 12° e 16° Latitude Norte e os meridianos 78° e 82° Longitude Oeste de Greenwich.

San Andrés: A Ilha maior

Corsários, piratas e aventureiros ingleses e holandeses, donos de escravos, chegaram primeiro a esta ilha do Caribe, um paraíso marinho de cores. Suas lendas estão cheias de piratas e corsários, contadas por uma descendência que funde essas culturas. O habitante da ilha é alegre, cantor e dançarino de reggae, soca e calypso, e sente um profundo orgulho pela generosa natureza da Colômbia insular.

Fonte: http://www.just-travel.com.ar/archives/san-andres-colombia/

Movimento Tropicalista!

Tropicalismo ou Movimento tropicalista foi um movimento cultural brasileiro que surgiu sob a influência das correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira (como o pop-rock e o concretismo); misturou manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais. Tinha objetivos comportamentais, que encontraram eco em boa parte da sociedade, sob o regime militar, no final da década de 1960.

O movimento manifestou-se principalmente na música (cujos maiores representantes foram Caetano Veloso, Gilberto Gil, Torquato Neto, Os Mutantes e Tom Zé); manifestações artísticas diversas, como as artes plásticas (destaque para a figura de Hélio Oiticica), o cinema (o movimento sofreu influências e influenciou o Cinema novo de Gláuber Rocha) e o teatro brasileiro (sobretudo nas peças anárquicas de José Celso Martinez Corrêa). Um dos maiores exemplos do movimento tropicalista foi uma das canções de Caetano Veloso, denominada exatamente de “Tropicália”.

O começo do Tropicalismo

O movimento surgiu da união de uma série de artistas baianos, no contexto do Festival de Música Popular Brasileira promovidos pela Rede Record, em São Paulo, e Globo, no Rio de Janeiro.

Um momento crucial para a definição da Tropicália foi o Festival de Música Popular Brasileira, no qual Caetano Veloso interpretou “Alegria, Alegria” e Gilberto Gil, ao lado dos Mutantes, “Domingo no Parque”. No ano seguinte, o festival foi integralmente considerado tropicalista (Tom Zé aí apresentou a canção “São Paulo”). No mesmo ano foi lançado o disco Tropicália ou Panis et circensis, considerado quase como um manifesto do grupo.

Críticas

Embora marcante, o Tropicalismo era visto por seus adversários como um movimento vago e sem comprometimento político, comum à época em que diversos artistas lançaram canções abertamente críticas à ditadura. De fato, os artistas tropicalistas fazem questão de ressaltar que não estavam interessados em promover através de suas músicas referências temáticas tradicionais à problemática político-ideológica, como feito até então pela canção de protesto: acreditavam que a experiência estética vale por si mesma e ela própria já é um instrumento social revolucionário.Este foi um movimento encantador da música brasileira que reuniu artistas brilhantes, e muito importantes para a cultura e arte brasileira.

As cores do verão 2013!

Ácidos, suaves ou intensos, os tons do verão acentuam o ar de liberdade que a temporada pede. Cores e matizes marcam uma estação fresh. O lima quebra a austeridade de roupas luxuosas e surge com sofisticação. O menta e o verde-água ganham ares urbanos e os vermelhos acentuam a sensualidade, enquanto o azul é bola da vez.

Energia Solar

Tufi Duek

Energia Solar

Sacada

Energia Solar

Reinaldo Lourenço

Energia Solar

Reinaldo Lourenço

Energia Solar

Andrea Marques

Energia Solar

Andrea Marques

Energia Solar

Andrea Marques

Energia Solar

Alexandre Herchcovitvh

Fresh Juicy

Animale

Fresh Juicy

Maria Bonita Extra

Fresh Juicy

Patachou

Red Fever

Forum

Red Fever

Tufi Duek

Red Fever

Reinaldo Lourenço

Red Fever

Alexandre Herchcovitch

Red Fever

Sacada

Suave Veneno

Espaço Fashion

Suave Veneno

Ágatha

Suave Veneno

Ausländer

Suave Veneno

Colcci

Suave Veneno

Andre Lima

Infinito Azul

2nd Floor

Infinito Azul

Juliana Jabour

Infinito Azul

Uma

Infinito Azul

Ellus

Infinito Azul

Reinaldo Lourenço

Infinito Azul

Filhas de Gaia

Infinito Azul

Cantão

Fonte: http://revistaestilo.abril.com.br/moda/primavera-verao-2013/?ctd=0&inc1=cores-do-verao-695332.shtml#118-cores-do-verao-695332-28.jpg

A culinária do Marakuthai é marcada pela cor, sabor e bom-humor. A grife gastronômica leva, agora, essas características também para a decoração e lança a Marakuthai Casa. A loja, que vai abrigar o piso térreo do restaurante nos Jardins, traz um estilo único e multicolorido de decoração. Haverá opções de móveis, porcelanas, tapetes, cúpulas, pufs e acessórios. Uma loja de móveis e artigos descolados para casa.

A curadoria dos objetos é de Silvia Camargo, também responsável pelo décor do restaurante Marakuthai. A exemplo do que ocorreu no restaurante, a idéia de Silvia é garimpar objetos e restaurá-los, numa proposta de design inteligente e consciente. Os móveis são reciclados e customizados com tecidos especiais e multicoloridos, muitos trazidos de NY em sua recente viagem.

A loja é toda decorada em madeira, tem um charmoso café, o Marakuthai Khafé, e um deck com mesinhas na alameda Itu, nos Jardins. Espaço para um bom bate-papo cultural entre uma compra e outra. Na Marakuthai Casa, haverá também uma linha de móveis novos, a Moolata Home, com um proposta Boho-Chic. Essa linha será de móveis leves, todos em espuma de alta densidade, cobertos com tecidos fabricados em tear manual.

O tecido é tramado como um tapete. A linha terá pufs, futtons, chaises-longues, sofás, almofadas, cúpulas, tapetes, jogos americanos e demais acessórios de decoração.  A decoradora Silvia Camargo também trouxe, de Nova York, telas e gravuras descoladas de artistas como a alemã Utta e o americano Mani, os quais representará com exclusividade no Brasil, além de objetos de decoração do conhecido studio BoConcept Urban Design. Na loja, haverá ainda um corner de joias da grife Francesca Romana Diana, e telas de artistas como Isabelle Tuchband e Verena Matzen.

“Decidi abrir a loja porque, como decoradora, sempre tive dificuldade de comprar móveis com design interessante a preços justos. Essa é a proposta da loja”, explica Silvia Camargo, diretora da Marakuthai Casa. E, além de móveis alegres com um design inteligente, o objetivo é ser consciente. “O tecido tramado feito em tear manual para os móveis da linha Moolata Home é produzido com sobras de tecido. É uma trama feita com base na reciclagem, além de ser um artesanato belíssimo”, explica Silvia.

Todos os detalhes da loja Marakuthai Casa têm essa preocupação ecológica e esse espírito artesanal, de objeto único, “tailor made”. Até as sacolas de presente são feitas em papel reciclado e pintadas pelos funcionários da loja. Prova de que a arte inspira arte.

INAUGURAÇÃO DIA 19 DE SETEMBRO.   ALAMEDA ITU 1618 – JARDINS SP

Belo mundo exótico!

Bora Bora

Canion de Gelo – Groenlandia

Covas de Vietnã

Étretat – Francia

Floresta de Bamboo – Japão

Igreja de São João – Macedônia

Ilha de Zacinto

Lagos Plitvice

Lucca – Italia

Monte Roraima – Venezuela

Myanmar

Parque Zion – Estados Unidos

Riomaggiore – Italia

Rio Verde – México

Imagens fascinantes!

Fonte: http://www.osboneco.com/2012/09/38-imagens-que-vao-tirar-voce-do-serio.html

TOP 5 – Alimentos do Mundo Maia.

Podemos não perceber, mas muitos dos nossos alimentos favoritos de guacamole para tamales de chocolate foram descobertos, desenvolvidos e refinados séculos atrás, no mundo maia.

CHOCOLATE

Cacau é endêmica para as terras dos maias, que foram os primeiros a tomar as sementes do fruto e roast-los para fazer chocolate quente. Os antigos maias não faziam barras de chocolate, nem se adicionava açúcar e leite ao cacau. Em vez disso, tomou seu chocolate como um  cerimonial e um saboroso potenciador de humor.

Para os maias, o cacau era um presente sagrado dos deuses, e grãos de cacau eram usados ​​como moeda. Ek Chuah, o deus maia de comerciantes e de comércio, foi também o patrono da cultura do cacau. Quando os espanhóis invadiram terras maias, em 1500, eles adotaram a bebida, adicionando açúcar e leite para torná-lo doce e cremoso. 

ABACATE

O abacate, originária no sul do México e Guatemala , é amado por seu sabor rico e textura cremosa e foi uma safra estimada de antigos maias. Ainda hoje uma pessoa de Antigua Guatemala é chamado de verde panza , ou barriga verde, devido à dependência da região em abacates em tempos difíceis. Combinado com chilis, alho, coentro, cebola e limão, abacate se guacamole, um aperitivo suntuosa.

POC CHUC

Este prato distintamente para os dias antes de refrigeração, quando a carne foi conservada com sal. Slow-cozido de porco é combinado com o suco de laranja azeda e vinagre para temperar o salgado da carne. As atualizações de suco de laranja do porco salgada e lhe dá um sabor picante “laranja azeda” é uma variedade de laranja, o suco não azedou. O prato é coberto com cebolas refogadas com coentro e um pouco de açúcar.

MICHELADA

Sul mexicanos gostam de adicionar um pouco de tempero para a comida e cerveja sua. michelada (ou chelada em algumas partes) infunde cervezacom limão, sal grosso, pimenta e tiros de Worcestershire e / ou molho Tabasco, servido em um refrigerados, vidro de sal de aros. Algumas versões incluem também o molho de soja ou Maggi tempero. Parece estranho, mas é refrescante e bem adequado para um dia quente ou uma manhã difícil.

TORTILLAS DE MILHO

Tortillas artesanais da Guatemala dão uma satisfação elementar. Nos mercados ao ar livre, você pode ouvir uma palmas rítmicas como mulheres pat-los em forma, depois cozinhá-los em um comal , um grande lenha panela de ferro ou barro que parece um tambor de aço. O mito da criação maia diz que as pessoas foram feitas de masa (massa de milho), e este continua a ser o elemento essencial da dieta indígena Maya.

 

 

 

 

Do dia 25/09 (terça) ao dia 29 (sábado), vamos comemorar a inauguração da Loja.

Venha tomar um prosecco e experimentar um bolo que a Chef Renata fez especialmente para este evento.

Conheça os móveis e objetos da Moolata Home e a linha Re-Comendo, coisas para cozinha e cozinheiros.

Horário: Das 11h as 20h.

Alameda ITU 1618 – Jardins SP – 11 3081 6762

Veja um pouquinho do que encontrará no Marakuthai Casa!

www.marakuthaicasa.com.br

NY TEM LOJAS LINDAS E DIFERENTES, MAS A URBAN , PARA MIM É UMA DAS MAIS BACANAS.

AS ROUPAS DA URBAN SÃO MUITO LEGAIS E COLORIDAS . NA VERDADE É A DECORAÇÃO QUE A TORNA MINHA LOJA PREFERIDA EM NY.

OLHA O DETALHE DO LUSTRE !

 COLEÇÃO DE ABATJOURS DIFERENTES SOBRE AS ARARAS DE ROUPAS.

ARMÁRIOS ANTIGOS PINTADOS PELA METADE

O ARMÁRIO ANTIGO TODO ACABADO FAZ PARTE DA DECORAÇÃO MALUCA DA URBAN OUTFITTERS

OPA , ESSA ESTAMPA LEMBRA O MARAKUTHAI.

ABATJOURS E MAIS ABATJOURS, E MUITA GENTE COMPRANDO.

A LOJA TODA TEM DETALHES INTERESSANTES.

MEIAS PRETAS ACIMA DO JOELHO COM ESTE CALOR DE 40 GRAUS ?  EU TINHA QUE FOTOGRAFAR.

NÃO ACREDITO

AMEI AS ALPARGATAS.

 RENATA  COM SUAS COMPRAS NA SAÍDA DA LOJA.

LANÇAMENTO

NOVA MARCA DE SAPATILHAS  E  SANDÁLIAS, A SERPENTINE FAZ SUA FESTA DE LANÇAMENTO NA LOJA MARAKUTHAI CASA COM COMIDINHAS DO BUFFET MARAKUTHAI.

A FESTA FOI SUPER ANIMADA E CADA CONVIDADA GANHAVA UM MODELO DE PRESENTE.

 HORA DE ESCOLHER AS  SANDÁLIAS.     UMA LOUCURA  !!!

AS SAPATILHAS COLORIDAS SÃO A CARA DO VERÃO

MARTHA RIBEIRO E ADRIANA ALVES

CASA LOTADA

LINDINHAS  E SUPER GOSTOSAS NO PÉ.

A CHEF DO RESTAURANTE MARAKUTHAI RENATA VANZETTO, E  AS  JORNALISTAS  FERNANDA BRANCO  DA AGENCIA GUANABARA E  LUIZA VANZETTO  DA REVISTA RG.

A  DJ SUSY SEVEN FAZENDO O SOM DA FESTA.

ADRIANA ALVES , RENATA VANZETTO E OLIVIER ANQUIER

ADRIANA COLLINO

BEBEL FIORAVANTE DA TRIYA

CARLA AMARAL

A LINDA MODELO CAROL CASTELLO BRANCO TAMBÉM GANHOU SUA SANDÁLIA.

MÃE E FILHA , FERNANDA  E MICAELA PASCOLATO .

FERNANDA NIEMEYER E RENATA ALHADEFF

FREEMAN, SALO TINMAN E SERGIO SACCHI

ISABELA FIGUEIRELE DA TRIYA

LUCIANA FRANCO TAMBÉM DA TRIYAA

MARTHA RIBEIRO RESPONSÁVEL PELO DESIGN  DAS SAPATILHAS  E BRUNA BOTTI

PATRICIA MATTOS DO LE BLOG

 PAULA FERBER E  TATIANA LOUREIRO

RENATA VANZETTO COM SUA SAPATILHA DOURADA SERPENTINE

MoMA

Em viagem a NY, Silvia Camargo, Luiza e Renata Vanzetto, Carol Klein e Mariana Bueno, mostram o que mais gostaram no MoMA, o museu de arte moderna de NY.

Museu de Arte Moderna (Museum of Modern Art), mais conhecido como MoMA, é um museu da cidade de Nova Iorque, fundado no ano de 1929 como uma instituição educacional. Atualmente é um dos mais famosos e importantes museus de arte moderna do Mundo.

Durante a louca década de 20, três importantes patronos de arte, Miss Lillie P. Bliss, Mr. Cornelius J. Sullivan, and Mr. John D. Rockefeller II, perceberam que em Nova Iorque havia carência de uma reviravolta nas políticas de conservação dos museus e no traço arquitetônico destes. Assim desencadeou-se uma instituição que dedica-se exclusivamente à arte moderna. Quando o MoMA foi , em 1929, fundado, o seu diretor era Alfred H. Barr. Alfred não queria somente uma instituição que mostrasse a arte moderna aos nova-iorquinos. Queria dedicar algum espaço às pessoas, novos artistas, que se dedicaram à mudança do visual artístico no seu  tempo.

TAPEÇARIA GIGANTE – NOSSO BRASIL VERDE E AMARELO

O MUNDO EM TAPEÇARIA

ARTE ESTRANHA ARTE.    MUITO ENGRAÇADA

LUIZA E AS PÉROLAS

QUADRO PÉROLAS MIL

MAIS TAPEÇARIAS

ARTE AO CONTRÁRIO

COMIDA É COM ELA

 DESENHO IMITANDO MADEIRA.

ARTE EM BRANCO

Depois do MoMA, o descanso merecido no Central Park, Com direito a piquenique.

Classic Cafés!

Conheça os clássicos cafés pelo mundo.

El Café Fishawy

Cairo, Egito – Por mais de dois séculos, esta fumaça, café espelhado tem sido um alívio convidativo dentro do emaranhado labiríntico do século 14, Khan el Khalili bazar. Sob arcadas xadrez e lâmpadas de estanho, vacilante bronze com tampo de mesas teeter sob o tráfego de vapor de copos de chá de hortelã, café escuro e com sabor de damasco tabaco shisha cachimbo de água dos canos. Neste clima nebuloso, ganhador do Prêmio Nobel escritor egípcio Naguib Mahfouz bebeu seu caminho para a inspiração.

Central Kavehaz

Budapeste, Hungria – Esta fuga elegante da agitação de Budapeste já cantarolou junto no inicio 1887 como um centro intelectual (passagens de restrição como um mercado páprica, arcade, discoteca e). Tinteiros, não iPads, povoada de grandes escritores no início do século 20, contando os notáveis ​​ como Jozsef Kiss, Babits Mihaly, e Geza poeta Gyóni. Escritores ainda são celebrados sob tetos altos do café, luminárias de latão, e janelas grandes. Traga um livro, tomar um cappuccino espumante, e mordiscar confecções como  cseresznyes joghurtos piskota- um bolo torta de cereja iogurte.

Antico Caffè Greco

Roma, Itália, mesas de mármore, cadeiras estofadas, garçons jaqueta, e espelhos incontáveis ​​refletem uma era de elegância que permaneceu suspenso no tempo desde 1760 neste café clássico no elegante Via Condotti perto da Escadaria Espanhola.  

Café Central

Viena, Áustria – Diga que você quer uma revolução? Vladimir Lênin e Leon Trotsky tinha – os marxistas russos até grandes idéias sob o teto do encontro central de Viena. Grandes austríacos, de Sigmund Freud ao arquiteto Adolf Loos, poeta modernista Peter Altenberg, energizavam suas idéias com uma dieta constante de café e apfelstrudel, foi inaugurado em 1876 e hoje brilha com colunas douradas e uma exibição brilhante oferecendo uma pastelaria de doces, incluindo Linzer, Esterhazy, e tortes Sacher.

Café Tortoni

Buenos Aires, Argentina - Desde a sua abertura em 1858, o mais antigo café da Argentina tem sido um foco de cultura que mescla uma estética parisiense com um intelectualismo argentino. Lançada por um francês para recordar os cafés elegantes de sua terra natal, o Café Tortoni é uma galeria de âmbar-lit de teto alto colunas, vitrais e mesas com tampo de mármore. Buenos Aires-nascido escritor Jorge Luis Borges frequentadou esse café; Albert Einstein comeu alfajores (dulce de leche biscoitos) aqui. Um palco porão abriga congestionamentos de jazz, shows de tango, e leituras de poesia.

Le Procope

Paris, França – O que Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Albert Camus, e da Geração Perdida têm em comum? Eles eram lushes café com uma veneração feroz de cafés margem esquerda. Os cafés-gênero que definem a sexta-arrondissement de Magots Hemingway Les Deux de Apollinaire La Closerie des Lilas – traçar suas raízes para Le Procope, o café mais antigo da cidade da luz. Fundada em 1686, Le Procope cantarolou com os recursos intelectuais de Voltaire, Benjamin Franklin, e Victor Hugo.

Long Bar, o Raffles Hotel

O Singapore Sling (gim, licor de cereja, suco de abacaxi fresco, e uma variedade de outros espíritos) foi inventado aqui pelo barman Ngiam Tong Boon por volta de 1910, mas os nomes mais famosos são os dos escritores que marcaram estas mesas baixas e passou por cima milhares de cascas de amendoim vazios. Ernest Hemingway, Rudyard Kipling, e W. Somerset Maugham cada um passou horas aqui, suando ao sol do meio-dia e sonhando com suas ficções espírito.

Coffee House na College Street

Calcutá, Índia – Gerações de escritores, artistas e estudiosos transformaram este espaço com cafeína perto da Universidade de Calcutá em uma base para a troca intelectual. Movimentos políticos e culturais ganharam força neste café, que abriu em 1942, como luminares como homem da Renascença Bengali Rabindranath Tagore, Satyajit Ray cineasta e cantora Manna Dey alimentando seus intelectos aqui. Hoje, o pequeno café ainda ferve com estudantes universitários e uma variedade de cafés.

Fonte: http://travel.nationalgeographic.com/travel/international-foods/cafes-photos-traveler/#/5-cafe-society-diner_38776_600x450.jpg

Cayo Coco – Cuba.

Cayo Coco é uma ilha na região central de Cuba, sua superfície de 370 km² a faz a quarta maior ilha deste país; é famosa por suas luxuosas estações turísticas com tudo incluído. Está localizada na província de Ciego de Ávila e é parte de uma cadeia de ilhas conhecidas como “Jardins do Rei”.

O cayo está unido a ilha de Cuba por médio de um caminho artificial de uns 27 km de longitude. A construção causou protestos por parte dos ambientalistas dado que interrompia o fluxo das orlas e deste modo o ciclo de vida da vida marítima.

Apesar dos temores iniciais, os flamingos selvagens seguem vivendo nas águas pouco profundas e podem ser vistos frequentemente desde o caminho artificial, ainda não com tanta frequência como antes da construção.

A ilha de Cayo Coco está unida por um caminho natural ao Cayo Guillermo.

Via de Cayo Coco, Cuba

Também tem seu próprio aeroporto internacional, o Aeroporto Internacional de Jardines del Rey, também conhecido como Aeroporto Jardines del Rey. Desde 2005, os turistas podem voar diretamente ao aeroporto em Cayo Coco, em lugar de ter que fazer-lo através da ilha principal de Cuba.

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

Não existe nada comparável aos fascinantes Lençóis Maranhenses. O Pólo Parque dos Lençóis, situado no litoral oriental do Maranhão, envolve os municípios de Humberto de Campos, Primeira Cruz, Santo Amaro e Barreirinhas, este último sendo o principal portão de entrada para esta fantástica beleza natural.

Seu maior atrativo é o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, às margens do Rio das Preguiças, no Maranhão. São 155 mil hectares de paisagem deslumbrante, cheio de altas dunas com até 40 metros de altura e lagoas de água doce, cujas águas variam entre os tons de verde e azul.

Os Lençóis Maranhenses assemelham-se um grande deserto, se não chovesse aqui 300 vezes mais do que no Saara africano. São estas águas que, aprisionadas entre as dunas, formam verdadeiros oásis tropicais, paradas obrigatórias para quem caminha nas dunas. Algumas lagoas chegam até a ter peixes.

As águas pluviais formam lagoas que se espalham em praticamente toda a área do parque formando uma paisagem inigualável, sendo um raro fenômeno geológico formado ao longo de milhares de anos através da ação da natureza.

As lagoas mais conhecidas são as chamadas Lagoa Azul e Lagoa Bonita, famosas pelo seu encantamento e condições de banho.

Como chegar nos Lençóis Maranhenses?

Possui uma área 155.000 ha e 70 Km de praia. Está localizado no estado do Maranhão, abrangendo os municípios de Barreirinhas, Humberto de Campos e Primeira Cruz.

Há três alternativas para se chegar, partindo de S. Luís – MA: 

Carro ou van fretada: Saindo de São Luís, capital do Maranhão, percorre-se durante 3 horas em uma estrada nova, a Translitorânea – MA402, até uma cidade do interior do Maranhão, chamada Barreirinhas (principal portão de entrada do parque).

Ônibus: Ônibus partem diariamente do Terminal Rodoviário de São Luís. A duração do percurso é, em média, 4 horas.

Avião bi ou monomotor: Há também a opção de táxi aéreo a partir de São Luís. A duração do percurso é, em média, 50 minutos. A vantagem desse meio de transporte é poder apreciar as belíssimas paisagens aéreas dos Lençóis.

Texto - http://www.parquelencois.com.br/lencois_maranhenses_sobre.php / Fotos – Google.

As melhores bebidas de praia.

 

Piña Colada, Puerto Rico

O abacaxi, coco e pasta de rum conhecido como piña colada foi popular no Caribe por pelo menos cem anos, antes de Ramon “Monchito” Marrero, um barman no Bar Caribe Hilton do Beachcomber (agora chamado Oasis Bar), em San Juan, Porto Rico.

Caipirinha, Brasil

Feito com açúcar, limão e cachaça, um espírito fermentado de cana-de-suco a caipirinha é onipresente no BrasilAs variações são muitas, a mais popular é caipifrutas, que adiciona um ou mais ampla variedade da região de frutas, como o caju (caju), maracujá, manga, limão ou kiwi.

Mai-Tai, na Polinésia

Após degustar este cocktail de rum, laranja curação, orchata xarope (feito a partir de amêndoas), e cal em estilo polinésio Trader Vic, um convidado comentou: maita’i ae ro’a”, “significado “fora deste mundo”. Daí o nome mai-tai, ou assim a história continua. 

Red Stripe Beer, Jamaica

O Red Stripe com a identidade nacional jamaicana que, quando a ilha formalmente conquistou a independência da Grã-Bretanha, em 1962, um colunista sugeriu a data real deveria ter sido 1928, quando a cerveja foi fabricado na ilha, em Kingston. Depois de algumas falhas de marketing no mercado dos EUA, a cerveja é a mais popular de todas as cervejas Caribe.

Daiquiri, Cuba

Graças à prevalência de rum, limão e açúcar no Caribe, o trio tornou-se a base para muitos dos coquetéis da região (assim como grog o marinheiro britânico). Nomeado para uma praia perto de Santiago, Cuba.

Margarita, México

Foi uma socialite do Texas em Acapulco, que estava à procura de algo diferente para refrescar os hóspedes em uma tarde quente ou um barman em Tijuana na esperança de impressionar Rita Hayworth (Margarita Cansino) com uma bebida em sua honra? Independentemente de quem inventou a margarita-as histórias são inúmeras, a mistura de torta de tequila, cointreau e suco de limão em um copo de aros com sal tornou-se sinônimo de México . É o mais vendido em todo o mundo cocktail tequila.

Limoncello, sul da Itália

Quando a vida deu aos agricultores do sul da Itália limões excedentes, encheram as cascas em álcool de cereais e adição de açúcar para fazer limoncello. O doce-azedo digestivo é tradicionalmente um gole, depois do jantar, mas está a ganhar terreno como base para cocktails simples, como espirrou sobre o gelo com soda ou água tônica, de preferência apreciadas enquanto aprecia as vistas deslumbrantes à beira-mar da Costa de Amalfi.

Cabo Codder, Massachusetts

Ocean Spray começou a promover o seu cocktail como um misturador, sugestões para emparelhá-lo com whisky ou rum canadense. 

Rosé, Côte d’Azur, na França

Um copo de vinho rosé seco refrigerado tem sido praxe  à beira-mar da França Côte d”s Azur, ao lado de sopa de peixe e lagostins. Normalmente feita removendo as peles das uvas vermelhas após o esmagamento, rosé é como a irmã menos grave para vinho branco ou tinto, tornando-o ideal quaff praia em Saint Tropez.

Gin Tonic, na Índia

Gin foi introduzido pela primeira vez a tônica para compensar o seu gosto amargo para os britânicos que estavam ocupando a Índia na época, poderia digerir o material como um anti-malária. Experimentá-lo na praia em Goa, enquanto observa o pôr do sol.

Fonte: http://travel.nationalgeographic.com/travel/top-10/beach-drinks/#page=2

Nômades pelo mundo!

Muitas vezes, em desacordo com a cultura moderna, povos nômades de hoje continuam um modo de vida que os seus antepassados ​​praticaram há milhares de anos.

Bedouin Camp, Jordânia

Homens beduínos cantam e tocam instrumentos ao redor de uma fogueira em Wadi Rum, deserto no sudoeste da Jordânia.

Masaai Mulher, Tanzânia

Nômades de verdade, muitos dos Masaai da Tanzânia começaram a transição para uma vida mais estável.

Homem Tuareg, Mali

Um homem Tuareg no norte do Mali usa um véu tradicional, conhecidos como apelido de “homens azuis do Saara.”

Tuareg, Saara

A tribo Tuareg leva seus camelos pelas dunas do Saara. Os tuaregues, historicamente, percorriam o deserto do sul da Argélia e da Líbia ao leste do Mali.

Berbere Mulher, Marrocos

Uma mulher berbere mostra sua mão, manchada com henna para um casamento na cidade marroquina de Taarart.

Herder nômade, Mongólia

Durante a migração do vale Darhad no norte da Mongólia, um pastor nômade puxa telefone da comunidade movido a energia solar.

Migração de Inverno, Mongólia

Um menino mongol monta uma tenda durante a migração de sua família inverno.

Beduíno, Arábia Saudita

Perto da fronteira da Arábia Saudita com o Iraque, os líderes tribais beduínos se encontram na tenda de para contar histórias, pão, notícias e o debate do dia.

Bedouin Camp, Egito

Pão simples chamado feteer ajuda as famílias na alimentação em um acampamento de beduínos perto Naama Bay, na ponta sul do Sinai do Egito Península.

Agricultor cigano, Roménia

Corte de feno, nos arredores de uma aldeia romena, Ionel Stoian, como muitos ciganos, sobrevive à margem da sociedade.

 

Boi Back-Ride, Mongólia

Em Darhad norte da Mongólia, um passeio de boi às vezes é perigoso, mas não há outra maneira de ir.

Fonte: http://travel.nationalgeographic.com/travel/countries/nomads-photos/#/child-strapped-to-ox_11944_600x450.jpg

Cinco tendências de cabelo para o verão 2013.

Na temporada de verão 2013 da NYFW, viu-se de tudo: risca lateral, rabo de cavalo, tranças, textura e até cabelo colorido deu pinta nas passarelas. Inspire-se e aposte já nas tendências da próxima estação!

Risca lateral

Clean, chique e fácil de copiar, a risca lateral marcou os desfiles de Derek LamDKNY eLacoste

Derek Lam

Para arrematar os looks de verão 2013 de Derek Lam, um liso com risca lateral foi o suficiente. Bonita sem esforço!

DKNY

Na DKNY, o franjão deu um toque diferente ao penteado com risca lateral. O spray Ocean Spritz Beach, da Wella Professionals, deu textura aos fios.

Lacoste

Mais minimalista, impossível: fios lisos e risca lateral na Lacoste

Rabo de cavalo

A cada temporada, o rabo de cavalo é revisitado e ganha novas versões. Na NYFW, não foi diferente: a versão mais baixa do penteado reinou em vários desfiles

Alexander Wang

No desfile de Alexander Wang, o rabo baixo – com textura gel no topo – deu as caras. A fita adesiva colada na risca deu um toque diferente ao penteado

Reem Acra

Reem Acra apostou em uma versão sofisticada do rabo de cavalo, com topete e mechas torcidas nas laterais

Tadashi Shoji

Na passarela de Tadashi Shoji, a textura marcou o penteado “podrinho”

Marc Jacobs

A textura, juntamente com o franjão de lado, também apareceu no desfile de Marc Jacobs

Tranças

Espinha de peixe, fininhas ou fazendo a vez de coques: as tranças apareceram em peso na edição de verão 2013 da NYFW. Tory BurchMarchesaHervé Leger Jason Wu investiram nas várias versões do penteado.

Tory Burch

A trança espinha de peixe ganhou ares joviais na maria-chiquinha despretensiosa de Tory Burch

Marchesa

Na Marchesa, duas trancinhas finas partindo da frente e laterais acrescentaram romantismo ao rabo de cavalo

Hervé Leger

Na passarela da grife, a trança que vai de um lado a outro da cabeça deu charme ao penteado com risca lateral. O efeito chapado dos fios foi conquistado com o spray Thickening, da Bumble + bumble

Jason Wu

Uma trança-raiz que termina em coque – impecável! – foi a aposta de Jason Wu para compor o visual das modelos. A onda na frente deu um charme retrô ao penteado. Para manter todos os fiozinhos no lugar, muito spray Double Force Control Ultime, da Kérastase

Textura

Os fios texturizados também marcaram presença na semana de moda de Nova York. A tendência apareceu tanto nos penteados soltos como em coques

Vera Wang

No desfile de Vera Wang, os fios foram desfiados e presos em um coque indisciplinado

Ruffian

Na passarela da grife Ruffian, o penteado meio preso combinou texturas. As laterais são puxadas, já o topo foi bem desfiado para criar o topete rock’n'roll

Phillip Lim

Fios volumosos e texturizados compõem o penteado despojado da grife

Cabelo colorido

Os fios da cor do arco-íris começaram dar as caras em editoriais de moda já há algum tempo. Nesta edição da NYFW, se consagraram como a tendência mais descolada em cabelos. Oscar de la RentaPeter Som Theory são algumas das grifes que investiram na cabeleira colorida

Oscar de la Renta

As mechas coloridas de Oscar de la Renta acrescentaram diversão ao coque glamouroso apresentado na passarela. Para quem tem medo de cair de cabeça na tendência – com o perdão do trocadilho -, as mechas são uma opção mais discreta

Peter Som

Para o desfile de Peter Som, a Wella desenvolveu extensões de cabelo nas cores turmalina, ametista, azul-petróleo e rosa pastel. O resultado foi um visual “pastel punk”

Theory

Para o desfile da Theory, foram desenvolvidas perucas iguaizinhas ao novo corte de cabelo do diretor criativo da marca, Olivier Theyskens. Algumas eram coloridas!

Fonte:  http://mdemulher.abril.com.br/cabelos/fotos/penteado/nyfw-2013-cinco-tendencias-cabelo-verao-2013-701835.shtml#22

De uma total de 46 propostas recebidas, foram anunciados os 11 projetos finalistaspara a etapa final do Concurso Internacional do Novo Estádio Nacional do Japão. Os vencedores devem ser anunciados até o final de novembro. A comissão julgadora é presidida por Tadao Ando.

Os projetos finalistas são de autoria dos seguintes escritórios: Cox Architecture pty Ltd (Proposta 02);  Populous (Proposta 09); UNStudio / Yamashita Sekkei Inc. (Proposta 12); Zaha Hadid Architects (Proposta 17); TABANLIOUGLU Architects Consultancy Limited Company (Proposta 24); DORELL.GHOTMEH.TANE / ARCHITECTS & A+ARCHITECTURE (Proposta 26); Azusa Sekkei Co.,LTD. (Proposta 32); Toyo Ito & Associates, Architects (Proposta 33); SANNA + Nikken Sekkei Ltd (Proposta 34); gmp-International GmbH (Proposta 35); Mitsuru Man Senda and Envionment Design Institute (Proposta 37).

Proposta 02 – Cox Architecture pty Ltd 

Alastair Ray Richardson (AUS)

Proposta 09 – Populous

ROD SHEARD (GBR)

Proposta 12 – UNStudio / Yamashita Sekkei Inc.

UNStudio VAN BERKEL EN BOS U.N. STUDIO B.V. (NED)

Proposta 17 – Zaha Hadid Architects 

Zaha Hadid (GBR)

Proposta 24 – TABANLIOUGLU Architects Consultancy Limited Company

Ihsan Murat Tabanlioglu (TUR)

Proposta 26 – DORELL.GHOTMEH.TANE / ARCHITECTS & A+ARCHITECTURE

Tsuyoshi TANE (FRA)

Proposta 32 – Azusa Sekkei Co.,LTD.

Fumihiko Sugitani (JPN)

Proposta 33 – Toyo Ito & Associates, Architects

Toyo Ito (JPN)

Proposta 34 – SANNA + Nikken Sekkei Ltd

Kazuyo Sejima (JPN)

Proposta 35 – gmp-International GmbH

Hubert Nienhoff (GER)

Proposta 37 – Mitsuru Man Senda and Envionment Design Institute

Junko Senda (JPN)

 

OSGEMEOS

Destas duas mentes transbordam todas as cores e sabores da imaginação. Lá tudo é possível e qualquer sonho se torna realidade. A inspiração para tantos desenhos e fábulas mágicas vem da forma com que a dupla Gustavo e Otávio Pandolfo, conhecidos como OSGEMEOS, refletem em seu interior a realidade e a fantasia que lhes rodeiam.

Cada pequeno detalhe, porque são através deles que suas obras assumem esta forma já tão reconhecível, são componentes importantes na criação do mundo fantástico, cheio de histórias cotidianas em forma de poesia. O mundo encantado em que vivem todos os seus personagens e que funciona como a janela da alma única dos irmãos gêmeos é repleto de uma mistura harmoniosa entre realismo e ficção. Suas histórias dançam entre dois importantes pilares.

O olhar sonhador que possibilita a materialização de um mundo cheio de fantasias e suas críticas incisivas sobre as dificuldades enfrentadas por tantos cidadãos espalhados pelo mundo,vitimas de um modelo socioeconômico que se encontra em grande transformação. Dessa união nascem obras que invocam um universo lírico e criações que mesclam ambas projeções, como se os próprios personagens mágicos criticassem com olhos inocentes toda a discrepância que existe nesta sociedade.

Foi quando ainda viviam no mundo da fantasia ingênua e infantil, que tudo começou.  Desde pequenos a maneira de brincar e construir os cenários onde seus personagens habitavam era minuciosa. Desmontado as peças originais de presentes que ganhavam, os irmãos refaziam com toda a delicadeza um outro universo. Com três anos de idade os lápis de cor e a imaginação já estavam presentes nos jogos e em todos os papeis espalhados pela casa.

Desenhavam na mesma folha de papel e quando não, escolhiam os mesmo temas para ilustrar. O incentivo para mergulhar no mundo criativo que existia dentro deles sempre esteve presente na família, composta de outros artistas, como o irmão mais velho Arnaldo e a mãe Margarida. Também foram o pai e os avós que trouxeram a tona uma forma de apresentar ao mundo real toda a ânsia criativa que lhes transbordava.

O graffiti entrou na vida dos irmãos em 1986, quando ainda viviam na região central de São Paulo onde passaram sua infância e adolescência.  A cultura hip hop chegava ao Brasil e os jovens do bairro começaram a colorir suas idéias nos muros da cidade.

Naquela época, com apenas 12 anos, tudo era novidade e sem ter de onde tirar suas referencias, Gustavo e Otavio improvisavam e inventavam sua própria linguagem, pintando com tintas de carro, látex, spray e usando bicos de desodorante e perfume para moldar seus traços; já que ainda não existiam acessórios e produtos próprios para a prática. O que a cidade proporcionou a eles foi essencial para o desenvolvimento de todas as habilidades que se transformaram depois no estilo próprio e imediatamente reconhecível dos artistas. Uma infância criativa, que rendeu duas vidas ao mundo da arte contemporânea.

O graffiti atuou sempre como uma válvula de scape para a dupla. Uma maneira que encontraram de criar um mundo onde só se pode penetrar através de suas mentes e onde tudo funciona pela lógica própria de Tritrez, o universo habitado pelos personagens amarelos, onde brilha e reina a sintonia entre todos os seus elementos. Cada parte e cada detalhe esta mergulhada na magia que envolve a imaginação dos irmãos.

Novos ventos começaram a sobrar em 1993 com a visita ao Brasil do artista plástico e grafiteiro Barry Mgee (Twist), de São Francisco. Mgee que chegou em São Paulo para realizar uma exposição de arte contemporânea mostrou aos irmãos a possibilidade de viver fazendo o que se gosta. Nesta época por diversão Gustavo e Otavio, que acabavam de completar 19 anos, já haviam começado a desenvolver um estilo próprio e a fazer trabalhos publicitários e decoração em lojas e escritórios com seus graffitis. Começavam desta forma a viver única e exclusivamente deste maravilhoso dom que ocupava quase 100% de seus seres.

Em 1995, como experimento, realizaram uma exposição conjunta sobre arte de rua no MIS – Museu da Imagem e do Som – de São Paulo e um ano depois uma pequena mostra de algumas peças e instalações em uma casa na Vila Madalena.

Mas a vida como artistas plásticos com o estilo já quase completamente maduro aconteceu pouco tempo depois em Munique (Alemanha)  a convite de Loomit,  grande nome do mundo do street Art que descobriu a dupla brasileira em uma revista internacional sobre o tema. Com este convite, a dupla embarcou em uma viagem sem volta pelo mundo realizando projetos em parceria com outros artistas e finalmente em 2003 a primeira exposição solo na galeria Luggage Store , em São Francisco.

Um grande salto veio quando os artistas entraram para a galeria Deitch Projects de Nova York em 2005, onde suas obras tomaram forma dentro do mercado de arte contemporânea. No momento em que ingressaram para o universo das galerias, a dupla pode trazer suas criações para um mundo muito além das ruas. Com isso, suas idéias tomaram formas tridimensionais em esculturas e instalação feitas de maneira peculiar com todos os elementos e detalhes que se podem acrescentar quando um desenho pula do papel e chega ao mundo real. Apenas depois de um ano, já com um nome forte no exterior, OSGEMEOS fizeram sua primeira exposição no Brasil na Galeria Fortes Vilaça, em São Paulo.

A pintura feita nas ruas e as criações feitas para obras e instalações em galerias partem do mesmo mundo onírico que existe dentro da mente da dupla, mas tomam rumos distintos. A primeira é o próprio dialogo dos artistas com as ruas, com cada pessoa que passa e de forma direta ou indireta interage com a pintura, isso é o graffiti. A segunda é a materialização de sonhos, ideais, criticas sociais e políticas que retratam o universo vivido dentro em contraste com que se apresenta fora no dia-a-dia dos próprios irmãos.

No momento em que todas estas idéias entram dentro de uma galeria elas deixam de pertencer ao graffiti e passam a fazer parte do mundo que envolve a arte contemporânea. A imaginação são as asas que osgemeos utilizam para ir aos mais divertidos e ilusórios lugares que habitam suas mentes. É a porta aberta e o convite para mergulhar no humor e nas delicias de poder criar um mundo da nossa própria maneira e com todas as cores e fantasias que se possa imaginar.

Mais informações/Fonte: http://osgemeos.com.br/

Medina sai de giro.

O brasileiro Gabriel Medina chegou com antecedência ao Hawaii para treinar nas pesadas ondas do North Shore de Oahu. Na última segunda-feira ele acertou seu primeiro backflip, para delírio da galera que acompanhava tudo da areia.

O garoto inspirou-se no havaiano Flynn Novak, que costuma acertar a manobra com frequência. Na ocasião rolou uma aposta entre os brasileiros que estavam na praia para acertar o número de tentativas que Medina precisava para completar a manobra

Apesar de ninguém ganhar a aposta, um ano depois o talento de São Sebastião (SP) usou um banco de areia na praia Off-The-Wall e o vento contra para decolar e completar a manobra pela primeira vez.

Fonte: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/medina-sai-de-giro/55638

Não é photoshop!

 

Fonte: http://noticias.band.uol.com.br/esquisito/galeria/?ID=1000002301