De autoria do escritor, roteirista e produtor americano Richard Alfieri, a peça foi traduzida para mais de 12 idiomas e é uma das mais montadas dos últimos 50 anos.

Seis Aulas de Dança em Seis Semanas (Six Dance Lessons in Six Weeks) é uma delicada comédia que fala sobre lembranças, limitações, diferenças, preconceitos, solidão, encantos e desencantos. A montagem traz os atores Suely Franco, vivendo a encantadora Lily, e Tuca Andrada, no papel de Michael, um professor de dança.

Ao reunir como protagonistas a elegante Lily, de 72 anos, e o professor Michael, de 45 anos, a peça apresenta dois universos distintos que interagem tanto pelo antagonismo das personagens quanto pelas suas afinidades. Lily faz questão de se apresentar bem penteada e impecavelmente vestida – ainda que em um estilo conservador, aparentando ter muito menos a idade que tem. Educada e tolerante, ela parece ter sempre um bom motivo para viver. Apaixonada pela dança durante a vida toda, decide iniciar aulas em uma escola especializada.

Com isso, conhece Michael. Desbocado e atrevido, ele vive se esforçando para aparentar 35 anos, pois não se relaciona favoravelmente com a sua idade. Descrente em relação ao ser humano reage com muito cinismo e também com raiva, em algumas situações. Ele trabalha porque precisa de dinheiro. Ela quer dançar por amor à arte e à vida. Entre uma provocação e outra – e muitas discussões -, Lily e Michael vão se conhecendo, superando as diferenças e aprendendo um com o outro a desenvolverem uma estreita amizade.

Esse encontro abre caminho para a abordagem de temas como família, amigos, situação econômica, velhice, juventude, solidão, vaidade, preconceitos, liberdade, opressão e as alternativas para uma vida feliz e plena, independente da idade.

Em especial abre um valoroso momento para reflexões sobre a capacidade do ser humano de exercitar verdadeiramente seu afeto, companheirismo e realização, mesmo quando a vida parece ter pouco a oferecer. Isso traz ao espectador a possibilidade de refletir sobre esses assuntos de forma muito divertida, sem perder a profundidade.Com belos números de dança e linda trilha sonora, a montagem passeia pelo universo da dança, entre seus diferentes ritmos, como tango, foxtrot, valsa e chá-chá-chá, com coreografias assinadas pelo coreógrafo e dançarino Carlinhos de Jesus.

Por todos os palcos por onde passou nos 20 países em que foi encenada, entre eles Inglaterra, Austrália, Japão, Espanha, Áustria, Israel, Holanda, República Checa, Turquia, Finlândia, Grécia e, claro, Estados Unidos, Seis Aulas de Dança em Seis Semanas foi sucesso absoluto. Atualmente, o autor trabalha na adaptação do texto para o cinema.

Ficha Técnica:

Texto: RICHARD ALFIERI

Tradução: CIÇA CORREA Direção: ERNESTO PICCOLO Elenco: SUELY FRANCO e TUCA ANDRADA Coreografia: CARLINHOS DE JESUS Direção de arte: VERA HAMBURGER Figurino: CLAUDIO TOVAR Iluminação: WAGNER FREIRE Programação visual: ESTÚDIO TOSTEX Fotografia: JOÃO CALDAS Produção Executiva: SILVIA REZENDE Direção de Produção: FERNANDO CARDOSO Direção de Produção: ROBERTO MONTEIRO Realização: MESA 2 PRODUÇÕES

O Marakuthai irá realizar promoção cultural durante o almoço e o jantar na Alameda Itú, 1618 e também vai realizar nas mídias sociais. EM BREVE novidades. Por enquanto vamos premiar as pessoas que mais interagirem com as nossas mídias sociais @Marakuthai @RenataVanzetto no twitter. Facebook Marakuthai – http://www.facebook.com/marakuthai e pelo Blog Marakutices.

EM BREVE, mais novidades das ações promocionais culturais do MARAKUTHAI.

SEIS AULAS DE DANÇA EM SEIS SEMANAS Teatro Renaissance (462 lugares) Alameda Santos, 2.233 – Cerqueira César. Central de Informações: (11) 3069-2286 Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 20h; domingo das 14h às 19h. Formas de pagamento na bilheteria: Cartões, dinheiro ou cheque. Vendas pela Internet: www.ingressorapido.com.br e telefone: 4003-1212 Sexta, às 21h30 – Sábado, às 21h – Domingo, às 19h Ingressos: Sexta e domingo R$ 70 – Sábado R$ 80 Duração: 90 minutos Recomendação: 12 anos Temporada: até 31 de julho de 2011

Vintage Memoirs!

Olá sou Chloé Smith, psicóloga,  nasci  e cresci no Brasil até fazer o meu mestrado em Barcelona, Espanha na área de Conflitos Internacionais como realização de um sonho… o de trabalhar em países desfasados pós-guerra ou catástrofes naturais, como recetemente ocorrido no Japão, em especial África e Ásia… de tudo o que aprendi nessa etapa da minha vida te garanto que a minha mais bela e profunda  experiência foi tirada do meu contato, através do trabalho vonluntário para a UNESCO, com imigrantes africanos… logo conheci meu marido, o qual pertence a Londres, em Ibiza e hoje vivo na Inglaterra, em Manchester.

Trabalho com pesquisa para a Universidade de Sheffield em  projetos para a União Européia e também sigo envolvida com o cicuito” vintage fashion” no UK… feiras e mercados vintage pelo Reino Unido, pricipalmente Manchester e Londres, as duas maiores cidades da Inglaterra e geralmente onde tudo acontece!

A idéia de um blog surgiu logo após o meu caminho à Santiago de Compostela, onde passei mais de um mês andando desde o sul da França cruzando todo o norte da Epanha, como em um retiro para meu auto-conhecimento… e juntando toda a bagagem com todas as vivências, pensei porque não juntar tudo o que me encanta em um só lugar e dessa forma também estar mais próxima e em contato com meu querido Brasil?! Devido a isso a escolha do idioma em Português.

Eis que nasce Vintage Memoirs… história através do vintage, psicologia através da moda e comportamento e porque não também pesquisa e trabalho social! No mundo moderno em que vivemos se encontra uma enorme importância para a imagem. Muitos estudos e trabalhos sobre a imagem tratam dessa questão com muito cuidado  através da qual se realiza uma melhora da mesma, sobre tudo das pessoas públicas ou daquelas que tem uma grande ressonância social. Mas não é só isso, a imagem também esta diretamente ligada a auto-estima. Essa parte sim me encanta… o trabalho a ser realizado de dentro para fora e assim resultar em uma boa e verdadeira “imagem”.

Vintage Memoirs busca um novo olhar para a moda… mais que um simples estado momentâneo de atitude. Uma moda abrangente, humanizada, acolhedora e sustentável… No mundo da moda, sonhar com  tempos passados, vintage, é mais atual do que nunca. Por muito tempo, roupas de segunda-mão não signifivam nada para os fashionistas. Somente  os mais  dedicados  estavam interessados  no “enraizamento” em torno das  lojas de caridade  locais para o tesouro escondido.

Na mente dos anos noventa  na Europa surgiu o pensamento e o mundo da moda  começou a  falar e desmonstrar um novo interesse em sua própria história. Lojas abertas para pessoas que poderiam dar-se ao luxo de comprar roupas novas, mas estavam buscando algo mais. O pedacinho do passado. Elegância clássica. “Segunda-mão” se tornou “vintage”. Quando falamos em moda, nos referimos à linguagem da imagem. Uma assinatura daquilo que somos ou a que viemos. Essa linguagem deve ser permitida e expressada por todos.

Autonomia no vestir, auto estima gerada por esta confiança. Respeito à diversidade… respeito  às várias formas de enxergar, de caminhar,  de ouvir,  de sentir e existir. A forma que uma pessoa se apresenta diz muito sobre ela. Reflete o seu bom gosto,  se sua atitude é clássica ou moderna,  o seu grau de refinamento, a influência que nela opera a moda e o que leva ou o que está em voga. Como uma espécie de cartão de visita. Uma forma de entrar em contato com os demais, uma maneira de aparecer diante deles. O ser humano se retrata psicologicamente através da forma como se veste. Nada mais original e singular do que expressar-se e mostrar-se ao mundo através do vintage.

Vintage Memoirs esta presente em vários  eventos vintage em toda a Europa, tais como feiras, mercados e lojas, garimpando peças exclusivamente para o público no Brasil. Em breve Vintage Memoirs Brechó Online, o seu Brechó Europeu no Brasil!

É Pessoal, é Sustentável e é definitivamente uma Tendência!!!!

www.vintage-memoirs.com

por Chloé Smith

Os 10 piores alimentos para o corpo humano!!

Nutricionista lista quais são os 10 piores alimentos para o corpo humano ou como transformar o ser humano numa bola de carne doente.

 

Neste caso, eles engordam e podem matar. Se não matarem vão diminuir toda espécie de performance a que vc ja se acostumou ou vão te deixar bem doente… não ja, num futuro proximo! Industrias alimenticias e seus executivos pensam apenas em ganhos, mesmo que hajam nutricionistas competentes na empresa, as ordens vem de cima, baratear os custos para aumentar a margem de lucro. E quem perde a saúde com isso?

 

10º lugar: Sorvete:

Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista Michelle Schoffro Cook adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar… e gorduras trans, além de corantes e de saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

 

9º lugar: Salgadinho de milho: 

De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos, a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento pode causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso e irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

 

8º lugar: Pizza:  

A nutricionista Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas com farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.

 

7º lugar: Batatas fritas:

Contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, mas também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo.

 

6º lugar: Salgadinhos de batata:  

Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.

 

5º lugar: Bacon: 

Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão

 

4º lugar: Cachorro-quente:

Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, também nos EUA, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal

 

3º lugar: Donuts (rosquinhas): 

Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essas substâncias estão relacionadas a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contêm, em média, 300 calorias cada.

 

2º lugar: Refrigerante:  

Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.

 

1º lugar: Refrigerante Diet: 

“É a minha escolha para o pior alimento de todos os tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte “Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”, conclui.

Beijos Renata Vanzetto!

Preservação do Meio Ambiente e Arquitetura!

Com 139 m², casa em praia chilena associa conforto com preservação do meio ambiente

 

O Cerro Tunquén, no Chile, limita a terra e a água com suas falésias. O terreno escarpado dá àquele que se aventura sobre as rochas ferrosas, que oxidam com a brisa marinha, uma visão privilegiada do Oceano Pacífico. No topo de um de seus picos está uma casa retangular chamada “Cuatro”.Talvez, o mais impressionante seja o que está fora dela, por isso, os profissionais do escritório Foster Bernal Arquitectos (fbA) tenham optado por construí-la de forma integrada à paisagem local, tanto estética, quanto funcionalmente.

No pavimento térreo da Casa Cuatro estão o ambiente de estar, jantar e cozinha, todos integrados, e dois quartos, um em cada extremidade do desenho. O deck na base da planta é o de acesso; o do alto é o “deck vespertino”, volado ao Pacífico.

A casa de veraneio foi pensada de maneira a resultar o menos agressiva possível ao terreno pedregoso e de vegetação frágil de Tunquén. Com dois pisos, a construção se sustenta sobre colunas de madeira alinhadas e ancoradas à uma parede de pedra suportada por vigas. “Saber que a casa tem uma ‘âncora’ ajuda a dormir quando se ouve o oceano logo abaixo”, brinca a arquiteta Barbara Bernal, da fbA.

Planta do pavimento inferior da Casa Cuatro. Nesse pavimento há apenas uma suíte servida pelo “deck vespertino”. A construção se sustenta sobre colunas de concreto armado alinhadas e ancoradas à uma parede de pedra suportada por vigas

A escolha pela elevação do bloco construtivo se deu pela necessidade de preservar as características da falésia, bem como deixar que a água da chuva corresse livremente pelo solo, sem que a casa também se prejudicasse. Outro fator foi o alto custo e a dificuldade de execução que um alicerce convencional demandaria.

A estrutura da Casa Cuatro prevê o nível “térreo” como o de entrada e conjunção de quase todos os ambientes. O acesso se dá pelo Morning Deck – ou deck matutino, que antecede os espaços das salas de jantar e estar e da cozinha – todos integrados como em um tipo de loft. Adentra-se à casa por um jogo de seis portas de vidro encravados na parede de pedras voltada ao nascer do sol.

O corpo central (estar, jantar e cozinha) é ladeado, à direita por um dos três quartos que a casa comporta. À esquerda, estão um banheiro e mais um dormitório e, também, uma escada que dá acesso ao nível mais baixo da construção, acomodado ao declive da falésia.

No piso baixo, uma suíte máster antecedida pelo terceiro deck da casa. O segundo, chamado pelos arquitetos de Afternoon Deck – deck vespertino, ladeia toda a face do andar “térreo” voltada ao mar.

Duas faces de uma mesma morada

A arquiteta Barbara Bernal, da fbA, enfatiza que há duas faces distintamente pensadas para a Casa Cuatro. A primeira, “matutina” é composta pela parede de pedras que “ancora” a casa e atua como uma massa térmica. O revestimento é feito com um mineral local, de cor amarelo-acinzentado, afim de dialogar com a paisagem. A pedra, com o tempo, deve adquirir o mesmo aspecto das rochas avermelhadas, ricas em ferro, que formam a falésia. O jardim é composto por cactos e o deck de acesso é recoberto por madeira clara e sem brilho.

Do outro lado, onde habita o mar, a fachada se descortina em placas de madeira superpostas às paredes rainscreen recobertas com fibrocimento, altamente resistente à salinidade. Rainscreen é um novo sistema que vem sendo aplicado em construções para protegê-las dos efeitos das mudanças climáticas, especialmente das chuvas fortes. As chapas horizontais de fibrocimento, sistema de revestimento em placas produzidas com cimento, areia e fibras de celulose que lembra ao aspecto de madeira, combinam com janelas e portas de vidros amplos e transparentes sustentados por caixilhos em padrão mogno. O deck amplo do andar “térreo” e o menor do piso inferior são revestidos por madeira mais clara e sem brilho, o que confere ao conjunto uma harmonia de tons.

O desenho da Casa Cuatro não deve nada à arquitetura contemporânea e tem êxito na proposta de integrar o espaço público da paisagem à privacidade requerida pelo bloco construtivo.

Autossuficiente

“A vida flui pelo espaço central da casa, do sotavento para barlavento, proporcionando um conjunto de espaços interiores e ao ar livre para relaxar e entreter, dependendo da hora do dia, dos ventos predominantes e do sol” definem os arquitetos Nick Foster e Barbara Bernal, do escritório fbA.

Isso porque a brisa do mar flui através das grandes janelas e portas da casa estreita, o que facilita a manutenção do conforto térmico. Conforto esse também conseguido por meio do aquecimento feito por piso radiante – sistema formado por serpentinas de água aquecida em boilers, em circuito fechado (não há troca de água) e dispostas em espiral sob o revestimento do piso, no caso, uma madeira avermelhada.

A madeira, aliás, é um dos materiais mais caros ao projeto, conforme Barbara Bernal. “A madeira é sustentável, facilita a construção em locais remotos, isola termicamente e ainda tem bom desempenho e resistência em caso de terremotos, além do custo ser compensatório”.

A casa é alimentada por energia solar obtida por placas dispostas no telhado “verde”. Há também o aproveitamento da energia eólica que auxilia no abastecimento da casa e na impulsão de água de um poço.

Regina Basile e Lane Swett, vendedora da Bisou

Eu com casaco por dentro da coleção de inverno da marca Verosenso, Regina e Lane

Daad Abboud proprietária da loja Bisou, com vestido lindíssimo em estampa de onça da Carina Duek

www.bisoumultimarcas.com.br bisoumodas@gmail.com.br Rua Domingos Fernandes 564 – Vila Nova Conceição – tel 38 42 80 53