BOURBON STREET FEST 2011 SÃO PAULO!

A 9º edição do Bourbon Street Fest começa nesta seta-feira (29) em São Paulo. São muitos dias de festa, mais dois deles são especiais, com shows ao ar livre e de graça. O primeiro é já neste sábado, dia 30/07 no Parque do Ibirapuera. O outro rola no domingo, dia 7/8, na Rua dos Chanés, em Moema, na frente do Bourbon Street.

What a Wonderful World – Delfeayo Marsalis

O resto da programação é paga e acontece dentro da casa de shows.

Além da brasileira Orleans Street Jazz Band, que se apresenta no intervalo dos shows, passam pelos palcos Delfeayo Marsalis, John Mooney, Ladies of Soul, Cynthia Girtley, The Dirty Dozen Brass Band, Amanda Shaw e Nathan & The Zydeco Cha Chas.

The Dirty Dozen Brass Band – John The Revelator

São Paulo

29/07 @ Bourbon Street Music Club (R$ 75)

30/07 @ Parque do Ibirapuera (Gratuito)

02/08 – 03/08 – 04/08 – 05/08 – 06/08 – 07/08 @ Bourbon Street Music Club (R$ 75)

07/08 – Bourbon On The Street – Rua dos Chanés – Moema (Gratuito)

Zydeco Music: Nathan Williams & The Zydeco Cha-Cha’s

Quantos cozinheiros ao redor do planeta não sonham em estagiar no dinamarquês Noma, eleito o restaurante número 1 do mundo pela revista inglesa Restaurant ? E ter a possibilidade de, ainda que por um curto período, aprender com o chef René Redzepi, em Copenhague, as técnicas culinárias que colocaram a Dinamarca no mapa-múndi da gastronomia?

Pois bem, aqui mesmo em São Paulo, a chef Renata Vanzetto, dona do moderninho Marakuthai, conseguiu esse feito. Ela passou de 28 de junho a 15 de julho estagiando no Noma. Mais do que isso, levou junto a prima, Aline Camargo, responsável pelo bufê Marakuthai, em Ilhabela, para enfrentar o batente com ela. O restaurante consagrado recebe 25 estagiários de todas as partes do mundo. Dos colegas de Renata, 22 eram homens.

O desejo aparentemente impossível de ser a primeira brasileira a estagiar no restaurante nórdico aconteceu mais fácil do que ela imaginou. Como? Renata resolveu desafiar a sorte em janeiro ao enviar um e-mail contando sua história e se candidatando a uma vaga. De imediato, recebeu uma resposta-padrão nada animadora: a fila era de dois anos e seu e-mail seria lido em até seis meses.

Um novo e-mail chegou no dia seguinte e, para surpresa dela, com boas novas. Tinham gostado do que havia descrito e queriam recebê-la o quanto antes. Foi assim que no final de junho a jovem de 22 anos embarcou para passar dezoito dias por lá. Bem, você quer saber qual é o e-mail? Ela jura que escreveu para noma@noma.dk.

Renata conta que as jornadas de trabalho eram longas, com cerca de dezesseis horas. “Ao fim do dia, me sentia exausta”, revela. Também fazia tarefas que quem tem título de chef não gosta de enfrentar. Encarregou-se “de limpar a cozinha e servir as mesas”. Também limpou navajas ou razor clams, deliciosos frutos do mar. “Era aflitivo, elas ficavam se contorcendo em nossas mãos.” Renata se lembra com mais saudade de colher ervas na praia e camomila selvagem num pasto.

Em suas palavras, essa foi uma “experiência surreal”, que ela decidiu compartilhar comigo e com você:

A chegada

Meu primeiro dia no Noma foi em 28 de junho. Esperava um ambiente formal, com pessoas mais velhas e com uma postura muito séria. Fui, porém, recebida por um rapaz jovem, com o corpo totalmente tatuado. Cheguei a achar graça da situação.

Os colegas

Os estagiários eram das mais diversas nacionalidades, pessoas de todo o mundo. No período em que estive estagiando, a equipe era composta por gente do México, Austrália, França, Itália, Estados Unidos, Irlanda, Japão e Espanha.

Tarefas de uma estagiária

Na parte superior do restaurante, localiza-se uma cozinha fria, na qual fica a maioria dos estagiários. Ali, são recebidos diariamente muitos brotos, flores e ervas. Estes itens são colhidos, muitas vezes, pelos próprios funcionários na área ao redor de Copenhague. Cabe aos estagiários limpá-los, uma tarefa que demanda cerca de seis horas.

Eu, por duas vezes, fui acompanhar e fazer a colheita de camomila selvagem. Encontrada em um campo de morangos, a camomila tem origem em um local incrivelmente lindo. Colher os ingredientes, que serão utilizados no preparo de pratos daquele mesmo dia, é incrível.

A importância concedida a cada item usado no restaurante é impressionante. Tudo é muito fresco. Justamente por isso, são pouquíssimos os ingredientes utilizados no Noma que também são encontrados no Brasil.

Passei por diversas tarefas, sempre como estagiária, desde limpar a cozinha, ritual que acontece cinco vezes ao dia, até servir as mesas. Fiz também produção e montagem de snacks na confeitaria. Eram servidos dez tipos diferentes antes do menu degustação.

Exclusividade e equipe

O Noma é um restaurante exclusivo. São apenas 35 lugares para os clientes. Mas a equipe que cuida de todos os preparativos é enorme, composta por 25 estagiários e mais de quinze cozinheiros. Dividido em várias áreas, cozinha quente, cozinha fria, confeitaria 1, confeitaria 2 e salão, o Noma dá início as suas atividades às 6h da manhã. Bem cedo, quatro funcionários começam a preparação dos molhos e pães.

O cliente é rei

A cobrança pelo serviço era rígida, estressante. Eram muitas responsabilidades e a pressão, enorme. Aconteciam três reuniões por dia com a equipe, uma antes do almoço, outra antes do jantar e a última, após o expediente. Nelas, recebíamos informações sobre os clientes, quem eles eram, o que comiam, o que não comiam, se eram novos na casa, tudo o que era possível para tratá-los como verdadeiros reis, o que é habitual no Noma.

Receitas em debate e a bicicleta

Uma curiosidade dos sábados à noite é a realização de um Project. Depois do serviço, quem quiser apresenta um prato, toda a equipe prova e debate sobre os ingredientes, consistência, sabores. É um exercício muito legal, um aprendizado sem comparações. Depois desse “ritual”, o René dá uma cerveja para cada um e vai embora de bicicleta. Esta situação, sim, é muito engraçada!

O número 7 do mundo

Ao descobrir que éramos brasileiras, eu e minha prima Aline, René mostrou-se surpreso. Não acreditou ser possível que nós duas o conhecêssemos. Parecia não ter ideia da fama que tem. Gostou muito de saber de nossa nacionalidade e aproveitou para dizer que admira Alex Atala – chef do restaurante D.O.M. (eleito neste ano o sétimo do ranking da revista Restaurant).

Reconhecida por uma cliente

Em uma oportunidade fui servir uma mesa de brasileiros e uma das senhoras me reconheceu, falou sobre o meu restaurante, o Marakuthai. Foi ótimo, pois o René se interessou, acessou o Google e pesquisou sobre a minha história.

O Noma e René Redzepi por Renata Vanzetto

São muitas as qualidades que tornam este restaurante tão conceituado. Os princípios adotados pelo chef René Redzepi são os alicerces de tudo que o Noma tem conquistado, como o título de nº 1 do mundo na premiação inglesa World’s 50 Best Restaurants.

A valorização e respeito dados a todas as pessoas que trabalham no Noma é singular. Cada  cozinheiro escolhe um lugar do mundo no qual tenha interesse de estagiar e René paga o hotel, as passagens. Ou seja, tudo que for necessário para o profissional se aperfeiçoar. O dia em que eu vi René mais bravo foi quando a comida, servida aos funcionários, não estava boa. Ele ficou muito irritado e chamou a atenção do responsável por esse desrespeito.

René tem uma visão de cozinha que, acredito, nunca foi explorada. Ele é extremamente interessante e inteligente. Faz questão que todos os integrantes da equipe entendam que ele vê a cozinha como poesia e passem a compartilhar desse pensamento.

Por isso, os dias que passei no Noma foram de muito trabalho e aprendizado. Agregaram experiências inesquecíveis à minha história e irão repercutir por muito tempo em minhas escolhas e no meu amadurecimento.

http://vejasp.abril.com.br/blogs/arnaldo-lorencato/2011/07/23/dentro-da-cozinha-do-restaurante-numero-1-do-mundo/

Animais têm sentimentos?

Gente , olha essa carinha ! Dá para aguentar ?

Quem tem um cãozinho sabe que não é difícil imaginar que os animais têm sentimentos: eles fazem cara de envergonhados quando lhes damos broncas, caras de dó quando querem ganhar algo, e parecem tristes ou alegres conforme o humor de seus donos.

Mas essas “expressões humanas” realmente querem dizer alguma coisa? Os cientistas foram atrás dessa resposta. Eles acreditam que certas células cerebrais em humanos, chamadas células fusiformes, são responsáveis pelo comportamento social humano e a interação entre pensamentos e sentimentos.

Estudos têm revelado que os cérebros dos chimpanzés, golfinhos e baleias também possuem células fusiformes. Segundo os pesquisadores, esses são animais podem agir como “pessoas”, mas a presença dessas células não significa que eles têm sentimentos.

Experimentos com macacos revelaram um comportamento que parece representar vários impulsos semelhantes a humanos. Em alguns testes, os chimpanzés demonstraram o que parecia ser altruísmo, contribuindo para a sua própria espécie e até mesmo outras espécies, sem a expectativa de uma recompensa. Em estado selvagem, mães chimpanzés já foram observadas carregando seus filhos mortos por semanas, parecendo chorar.

Mesmo os animais que não possuem células fusiformes, como os cães, já demonstraram comportamentos que podem sugerir um “sentido social humano”. Em experimentos recentes, cães puderam seguir o dedo apontado de um ser humano para encontrar um lanche. Os cientistas dizem que isso mostra que os cães são sensíveis a estímulos sociais e humanos, e são capazes de interpretá-los corretamente eles. Ainda assim, isso só prova que os cães sabem como encontrar comida, e não que eles têm sentimentos.

Outros experimentos têm dúvidas de que o comportamento animal pode confiantemente significar um sentimento subjacente. Em um estudo recente, pesquisadores testaram se os “olhares culpados” dos cães estavam ligados ao mau comportamento real.

Os proprietários dos cães mostraram-lhes um lanche, e disseram aos cães para não comê-lo. Os proprietários não foram autorizados a ver se seus animais de estimação tinham comido o lanche ou não, e foram instruídos a repreender os cães que “desobedeceram”. Os pesquisadores observaram que os cães repreendidos mostraram uma cara de culpado, independente de terem ou não feito algo errado.

Isso ilustra a dificuldade de interpretar com precisão o comportamento animal, baseado apenas em marcadores de sentimentos humanos. Um olhar culpado sugere um sentimento de culpa em um ser humano, mas não necessariamente em um cão.

Ou seja, qualquer comportamento dessa forma, que aparente tristeza, empatia, etc, não significa necessariamente que esses sentimentos estão presentes no cérebro dos animais. Isso do ponto de vista científico. Você pode continuar pensando que, sim, o seu cão está sorrindo porque está feliz em vê-lo.

http://hypescience.com/animais-tem-sentimentos/

beijos mil

Silvia Camargo

BALLET NACIONAL DE CUBA!

“El Ballet “Nacional de Cuba es mucho más que una suma de excelencias y una escuela singular; es la voz de una fuerza popular sin reposo.”

Juan Marinello

O Ballet Nacional de Cuba é um balé clássico com sede no Grande Teatro de Havana, em Havana, Cuba. Fundada pelos cubanos prima ballerina assoluta, Alicia Alonso em 1948, tornou-se reconhecida como uma das empresas do mundo ballet líder.

A empresa foi fundada por Alicia Alonso, seu marido Fernando e Fernando, irmão de Alberto em 28 de outubro de 1948 como Alicia Alonso Ballet Company. Dois anos mais tarde, a escola foi fundada para criar uma forte visão artística e promover o talento dos jovens bailarinos cubanos. Alicia Alonso definir uma tradição de romântico e clássico excelência, incentivando o desenvolvimento de novas coreografias.

Embora a escola estava prosperando artisticamente, ele lutou financeiramente. Quando Fidel Castro assumiu o controle de Cuba em 1959, ele tinha um compromisso ao nível da estrutura social e para fazer as artes disponíveis para todos. “O governo de idade foi para fora ea nova esperança estava vindo para as artes e ballet em Cuba”, lembrou Margarita de Saá, ex-bailarina BNC.

A vinda do Revolution, marcou o início de uma nova etapa para o ballet cubano, Fidel Castro deu US $ 200.000 para Alonso, um apoiante da revolução. Com financiamento do Estado, de repente, o ballet tornou-se importante para o país e sua identidade.

Naquele ano, como parte de um novo programa cultural, a empresa foi reorganizada e levou o nome de Ballet Nacional de Cuba que tem tido um desenvolvimento vertiginoso a partir daquele momento, enriquecendo seu repertório e promovendo o desenvolvimento de novos bailarinos, coreógrafos, professores e criadores.

Combinado com outras esferas relacionadas à dança, tais como cenografia, figurinos, iluminação e som. Melhorias significativas no repertório tradicional, único e diversificado avanços coreográfica, criaram obras que são reconhecidos como conquistas visionárias rotineiramente na coreografia contemporânea.

Seguindo a tradição romântica e clássica, O BNC tem uma história rica de estimular o talento criativo de seus coreógrafos, que sob a orientação de Ms. Alonso melhoraram ballet contemporâneo e clássico.

O BNC tem coreografado e interpretado completamente novas versões de clássicos como Giselle , O Lago dos Cines ou Coppélia Estas obras são por vezes acompanhados com obras provenientes do movimento renovador da Sergei Diaghilev russo Ballets Petrushka ou Tarde de um Fauno, e balés criados por coreógrafos nacionais de Cuba.

O Ballet Nacional de Cuba fará apresentações em São Paulo nos dias:

27/07 Apresentação paga – Horário: 21:00 h valor: R$ 15,00 e R$ 30,00

28/07 Apresentação paga – Horário 21:00 h valor: R$ 15,00 e R$ 30,00

29/07 Apresentação paga – Horário 21:00 h valor: R$ 15,00 e R$ 30,00

30/07 Matinê gratuita – Horário 15:00 h

30/07 Apresentação noturna paga- Horário 21:00h valor: R$ 15,00 e R$ 30,00

Ingressos: compra na bilheteria do teatro de 3ª a domingo das 14:00h até o início dos espetáculos e via ingresso rápido (www.ingressorapido.com.br)

Maiores informações: alendaaguagrande@coopcultural.org.br

São Paulo – Teatro Anhembi Morumbi Rua Dr. Almeida Lima, 1.198 – Brás. Telefone: 11  2872-1457 / 1458 São Paulo, SP

FIJI INESQUECÍVEL! ONDAS SURREAIS …

O swell da última semana deu o que falar. Muitos dizem que foi a maior ondulação já vista em Cloudbreak até hoje.

Fiji pegou fogo e chamou ainda mais a atenção do surf internacional com a presença de Kelly Slater, que causou grande polêmica ao abrir mão do Billabong Pro em Jeffrey’s Bay para pegar ondas épicas em picos como Cloudbreak e Restaurants.

Durante a toda a última semana, surfistas especializados em tubos e ondas grandes fizeram a cabeça no paraíso de águas quentes e cristalinas.

O havaiano casca-grossa Kohl Christensen puxou a fila com um tubo fora de série, apontado como o mais sinistro da semana.

O Brasil foi muito bem representado pelo baiano Yuri Soledade, que partiu para Fiji acompanhado por Bruno Lemos, correspondente do Waves.

No aeroporto de Hononolu, Hawaii, Lemos encontrou nomes como Bruce Irons e Mark Healey embarcando rumo ao swell.

Sempre de olho no lance, o correspondente do Waves pegou um depoimento descontraído da dupla pra dar um brilho especial ao vídeo.

Confira no vídeo acima os melhores momentos da mágica semana, em edição produzida por Bruno Lemos, que viajou a Fiji com o apoio da revista Fluir.

http://waves.terra.com.br/surf/noticia/fiji-inesquecivel/48161

MIL BEIJOS

LU