Parque Nacional de Las Cañadas del Teide

O Teide é um vulcão situado na ilha de Tenerife (Ilhas Canárias-Espanha). Com uma altitude de 3.718 m e aproximadamente 7.000 m de altura sobre o leito oceânico, é o pico mais alto da Espanha, e das ilhas do Atlântico.

É também o terceiro maior vulcão do mundo a partir de sua base. O Teide é um estratovulcão do tipo estromboliano.

Para os indígenas das ilhas Canárias (os guanches) este vulcão tinha o nome de Echeyde (que depois de uma castelhanização deu o nome atual) que significava inferno. Os guanches conheciam ao Teide com o nome de “Echeyde” cujo significado era “morada de Guayota, o Maligno”.

Segundo a lenda, Guayota sequestrou ao deus do Sol, para os guanches Magec, e encerrou-o no interior do vulcão sumindo à ilha ao todo escuridão.

Nesse momento os guanches invocaram a Achamán, seu deus celeste supremo, e suplicaron sua ajuda. Achamán conseguiu derrotar a Guayota e, lucro desse modo, pôr fim ao cativeiro do Sol e sellar a boca de Echeyde.

Sabe-se que são antigas as erupções do Teide, e que marcaram o relevo atual de Tenerife. Há milhares de anos, haveria um vulcão mais alto e maior que o Teide, tendo numa erupção formado, por deslizamento de terras e lava, as zonas conhecidas por Cañadas del Teide. Graças a novas erupções elevou-se o vulcão de hoje.

Em 1954 o Teide e toda a zona em seu redor estão englobados no Parque Nacional de Las Cañadas del Teide. Atualmente utiliza-se o nome de Parque Nacional do Teide declarado pela UNESCO como Património da Humanidade em 2007. É o segundo mais visitado do parque nacional do mundo.[1][2] Outra característica do Parque Nacional del Teide é o famoso Roque Cinchado.

Também no Teide se encontra o Refúgio de Montanha de Altavista e um teleférico que ascende de um ponto a cerca de 2350 m até La Rambleta, a cerca de 3555 m, em poucos minutos. A subida até ao topo está proibida, embora se possa obter um pedido especial junto do Parque Nacional em Santa Cruz de Tenerife.

Os romanos denominavam a ilha Nivaria, devido à neve do vulcão. O nome atual da ilha também se relaciona com o vulcão, já que foi dado pelos benehaoritas (aborígenes de La Palma). “Tene-” (montanha) “-ife” (branca), a castelhanização do nome provocou a adição de um -r para unir ambas as palavras tornando-se Tenerife.

No caderno de notas de Cristóvão Colombo aparece uma referência ao Teide em erupção.

FOTOS MARAVILHOSAS! A ÚLTIMA É DEMAIS …

Os Looks do Best of Emmy Awards 2011

Aconteceu nesse domingo,18 de setembro, o Emmy Awards 2011, realizado no Nokia Theatre LA Live, em Los Angeles. Confiram os looks de algumas famosas que desfilaram no tapete vermelho do evento.

Anna Torv, 33 anos, estava usando um Vera Wang preto em formas geométricas. A moça descontraiu o black total do vestido, optando por cores nos sapatos e joias. A criação de Roger Vivier nos pés em tom de azul marinho contrastou com os enormes brincos em rosa magenta de Lorraine Schwartz, deixando o visual mais alegre.

A bela carregava uma clutch de Judith Leiber. O cabelo preso, em coque baixo levemente caído, deu ares de espontaneidade. Já a maquiagem foi bem simples, uma pele bem trabalhada com efeito corretivo e olhos delineados, deixando toda a atenção para a boca em vermelho.

Kristen Wiig abusou de um super decote em um Zac Posen marrom. As joias usadas eram Leighton. O cabelo e a make estavam no estilo bem básico. O penteado foi repartido para o lado e escovado, virando levemente as pontas e a maquiagem poderia ser usada em qualquer evento mais simples que não teria problema, já que ela optou por um tracejado marcado nos olhos feito com lápis e a boca em tom coral.

Kerry Washington, 34 anos, aposta na cor e desfila  um  brilhante vermelho chamativo, com trasparências na saia combinado com uma plataforma Jimmy Choo.Não descobri o nome do estilista do vestido. A atriz usava joias daLorraine Schwartz. O cabelo solto divido para o lado combinou com make super glamourosa com direito a cílios  postiços.Os olhos ganharam brilho com uma sombra iluminadora e um bom delineador preto com muitas camadas de rímel para finalizar. A boca é claro estava em vermelho e geralmente quando o batom é desta cor, o delineador é o mais recorrido para os olhos, mas aqui ela jogou glamour extra à produção com os cílios postiços e a sombra iluminadora. Só fica legal se o evento for bem festa mesmo, senão deixa over demais.

Outra que usou um vestido em tom vibrante foi Olivia Munn, 31 anos, apresentadora do Daily Show, que estava com um Carolina Herrera verde esmeralda, brincos Bulgari, sapatos Christian Louboutin e clutch de mesma marca do vestido. O cabelo solto, também estava repartido para o lado e a make não poderia ser mais natural, estilo cara lavada mesmo, foi feita apenas a correção na pele, delineador, rímel e batom em rosa bem clarinho montaram o visual da apresentadora.

Ainda nas cores chamativas, Diana Agron, 25 anos, usou um comportado  Roksanda Ilincic em azul. Finalizaram a produção clutch  Roger Vivier Boite de Nuit Ricamo  e joias Fred Leighton. O cabelo preso em coque deixou ainda mais sério o look da jovem que descontraiu na maquiagem brincando com a sombra em azul, esfumaçando-a tanto na parte superior como inferior. Já que ela optou por marcar os olhos, escolheu um batom cor de boca para cobrir os lábios.

Emily Blunt usou um lindo vestido com tule em azul escuro da coleção Elie Saab’s outono/inverno 2011-2012, que achei divino, marcando bem a cintura. A atriz finalizou o visual com sapatos Brian Atwood, joias Lorraine Schwartz e clutch a Kelly Locke. O coque baixo com as laterais soltas deixou o visual ainda mais chique, já a make foi bem clássica. A bela aderiu ao famoso smokey eyes com uma sombra mais próxima do marrom e a boca bem natural, apenas um leve rosado.

A modelo Heidi Klum escolheu um vestido tomara que caia de cintura alta de Christian Siriano, com a saia toda trabalhada em comprimento médio, que revelou os sapatos de bico fino de Christian Louboutin. Lembram que já falamos que seria tendência esse tipo de sapato? As joias, que por sinal estavam deslumbrantes eram Lorraine Schwartz e ficaram ainda mais em evidencia em razão do coque bem puxado. A maquiagem estava bem estilo festa, sombra iluminadora com esfumaçado escuro em cima e em baixo, muitas camadas de rímel e lábios em cor de boca.

Fonte: http://inystyle.com.br/mmy-awards-2011/

CARL LARSSON – De ESTOCOLMO para o mundo…

Carl Larsson nasceu em Gamla Stan, uma antiga região de Estocolmo em 28 de maio de 1853. Sua família era muito pobre e Carl cresceu em tristes circunstâncias.

O único brilho de esperança era seu forte talento artístico, que apareceu mais tarde em sua vida. Quando ele tinha treze anos seu professor o convenceu a tentar uma vaga na Principskolan, um departamento temporário da Academia de Arte.

Durante os primeiros anos na Principskolan, Carl encontrou dificuldade de adaptação. Seu senso de inferioridade social o fez sentir um estranho.

Mas quando tinha dezesseis anos, ele foi transferido para uma escola antiga, o mais simples departamento da Academia de Arte. Ele começou a sentir-se mais confiante e não demorou para que se tornasse uma das figuras centrais do círculo de estudantes.

Depois da Academia de Arte, Carl trabalhou na ilustração de livros, revistas e jornais diários. Ele também gastou muitos anos em Paris onde tentou se manter como um artista, mas apesar de todo o seu duro trabalho nunca encontrou sucesso.

A reviravolta veio em 1882 quando ele se mudou para Grez, uma colônia escandinava de artistas fora de Paris.

E foi lá que ele conheceu sua futura esposa Karin Bergöö e onde houve uma transformação artística, depois de abandonar suas pretensões de pintura a óleo em favor da aquarela – uma mudança de sorte que significaria em partes no seu desenvolvimento artístico.

E foi em Grez que ele pintou algum de seus trabalhos mais significantes.

Carl e Karin se casaram em 1883 e tiveram oito filhos (um deles morreu com dois meses). Karin e seus filhos tornaram-se rapidamente os modelos favoritos de Carl.

O pai de Karin, Adolf Bergöö, deu a casa Lilla Hyttnäs para Carl e Karin em 1888. O minúsculo chalé de madeira, que foi construído em 1837, tornou-se o centro artístico do pintor. Lilla Hyttnäs, localizado em Sundborn, manteve-se na família Larsson por gerações é agora administrada pela família legítima de Carl e Karin Larsson.

Larsson ficou famoso por suas pinturas em aquarela, especialmente a coleção de 26 aquarelas encontradas em seu livro Ett Hem (Uma Casa) de 1899, as 32 em seu livro Larssons (Os Larssons) de 1902, e as 31 em seu livro Åt solsidan (O Lado Ensolarado).

Todos eles ilustrando a vida simples do campo de sua família e tendo uma enorme influência no design de interior sueco para as gerações seguintes.

A primavera é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.

A Primavera do hemisfério norte é chamada de “Primavera boreal”, e a do hemisfério sul é chamada de “Primavera austral”. A “Primavera boreal” tem início, no Hemisfério Norte, a 21 de Março e termina a 21 de Junho. A “Primavera austral” tem início, no Hemisfério Sul, a 23 e Setembro e termina a 21 de Dezembro.

Primavera.

Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.

Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.

Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações.

Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo da estação.