A maior “notícia digital” da semana que passou foi a compra do Instagram pelo Facebook por uma cifra bilionária. Alheia a todo o blá-blá-blá que o fato gerou, eu sigo fisgada por este aplicativo que, para mim, apresenta duas formas bem distintas de ser utilizado: a primeira, de captura instantânea do dia a dia do usuário, com o próprio iPhone (agora possível com outros telefones, o que deu lugar a polêmicas também – sic). E a segunda, quando se transfere para o aparelho fotos feitas com outros equipamentos em tempos atuais ou passados.

Eu sou o tipo de usuária que acha que o grande barato do Instagram é o instantâneo e atual. É capturar e compartilhar com meus amigos as cenas e fatos que passam diante dos meus olhos no meu cotidiano. Detalhes que eu vejo de uma certa maneira. E é isso que gosto de ver nas imagens dos poucos amigos que sigo, também. Sigo e sou seguida por poucos, aqui guiada pela convicção de que não quero dividir o meu dia a dia com pessoas que não conheço, numa vitrine anônima.

Moro em São Paulo e ando muito pela cidade à pé. O pedestre observador tem a faca e o queijo na mão com o Instagram. Já nas poucas vezes em que me desloco de carro, fotografar com o celular virou um remédio contra o trânsito entediante. Criei então um álbum que chamei de STREET_AGRAM, que recebe meus registros da cidade. Aqui vai, especialmente para o marakutices, uma seleção TOP 20 das cenas paulistanas que me chamaram a atenção nas últimas semanas. Pra quem quiser ver este e outros álbuns completos, meu perfil no

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